Comprei 2 livros

Comprei dois livros:

A VERGONHA

Surge quando nossa auto-imagem faz-se em pedaços e o que mais queremos é desaparecer

SUMÁRIO

1 – O mundo das emoções
– A natureza das emoções
– A expressão das emoções
– O jogo psicológico das emoções

2 – A experiência da vergonha
– “Que vexame”
– A experiência da vergonha
– Auto-imagem
– Qual é a imagem que se perde
– A perda da imagem pública
– A vergonha como impotência
– Vergonha e raiva

3 – A vergonha entre culpa, embaraço e orgulho
– “Emoções autoconscientes”
– Vergonha e culpa
– Vergonha e embaraço
– Vergonha e orgulho

4 – As manifestações da vergonha
– Externalização e comunicação
– As expressões emotivas
– Comunicação não-verbal da vergonha
– Rubor e consciencia moral
– Estilos linguísticos na manifestação da vergonha

5 – Os jogos psicológicos
– “O que o povo vai dizer!” (ou a inferiorização)
– Os jogos sujos (ou trapaça e a instigação)
– Os conflitos intermináveis (ou a humilhação)
– Abuso sexual e vergonha
– Algumas considerações conclusivas

6 – A gênese da vergonha
– Desenvolvimento emocional precoce
– Diálogo emotivo
– Competência emotiva
– Socialização das emoções
– A gênese da vergonha na criança
– Crianças “evitantes” e crianças “reparadoras”
– Práticas educacionais e propensão à vergonha

7 – As diferenças culturais da vergonha
– As culturas da vergonha e as culturas da culpa
– O eu independente e o eu interdependente
– A cultura da honra (nos paises mediterrâneos)
– A vergonha como ethos (no Japão)
– A vergonha como antídoto contra a cólera (na Índia)

8 – A avaliação da vergonha
– Os testes para avaliar a vergonha
– Como avaliar a própria predisposição à vergonha e à culpa: o teste TOSCA

9 – Os aspectos patológicos da vergonha
– A capacidade da vergonha em causar danos
– Violência e vergonha
– Depressão e vergonha
– Fobia e vergonha
– A relação entre culpa e vergonha nas formas patológicas

Conclusão: como superar a vergonha
– Estratégias emotivas
– Estratégias cognitivas

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A anorexia é uma daquelas doenças que a gente acha que nunca vai ter, ou que nunca vai ver de perto. É difícil aceitar alguém da sua família, ou alguém que você ama, determinado a parar de comer e definhar até a morte. Mas isso vem acontecendo no Brasil e no mundo numa escala assustadora. Lemos (esporadicamente) em manchetes de jornal e na internet, notícias de artistas anoréxicas e de gente que morreu em função da doença. Mas isso acontece numa escala progressiva e com meninas cada vez mais novas. Há registros de crianças na faixa dos seis anos, internadas em clínicas especializadas. Embora o número de doentes seja, em sua maioria, mulheres, os casos de homens anoréxicos também vêm crescendo. Não é uma epidemia, nem uma doença da moda. A doença é um reflexo das frágeis relações familiares, de predisposições genéticas e da pressão que as jovens de hoje sofrem para conquistar e manter um corpo magro, seco. Esse ideal de beleza exagerado e absurdo, vira meta de adolescentes que se perdem e se entregam à anorexia. Valéria Soares, neste livro, conta a parte da doença que ninguém conhece; que ninguém quer falar: o que sente uma anoréxica. Dia a dia ela fala das internações, das reações da família, das recaídas, do sofrimento e da luta para vencer uma doença que é como um véu que cobre a pessoa e a isola do resto do mundo. Um livro franco, direto e muito interessante, sem a pretensão de salvar o mundo; mas mostrar um caminho que pode ajudar todas as pessoas envolvidas direta ou indiretamente com a anorexia.

Conforme eu for lendo eu vou postando as partes interessantes.

Para ler os livros que eu já li / estou lendo / quero ler, veja a sessão de livros do blog.

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