Atendimento Psicológico e Psiquiátrico Gratuito ou de Baixo Custo em Todo o Brasil

Atendimento Psicológico e Psiquiátrico Gratuito ou de Baixo Custo em Todo o Brasil

http://www.cvv.org.br – caso precise conversar.
O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email, chat e Skype 24 horas todos os dias.
Telefone: 144 ou 188 (Eles estão migrando os estados para o número novo. Tente 144, se não der é 188. Ligação sem custo).

AMAZONAS

Setor de psicologia da UNINORTE – Manaus

BAHIA

NAPSI – Núcleo de Atendimento Psicológico
Rua Senador Theotônio Vilela, 225 – Edifício Cidadela Center III, sala 408, Salvador.
Próximo à Av. ACM.
Tel.: (71) 3491-5940 / www.napsi.org.br
Atendimento psicológico, psicopedagogia, orientação profissional.
Público alvo: pessoas de classes menos favorecidas economicamente.

CEFAC – Centro de Estudos de Família e Casal
Rua Lucaia, 281 – Rio Vermelho, Salvador. CEP: 41940-660
Tel.: (71) 3334-3150 / www.cefacbahia.org.br
Psicoterapia individual, conjugal e familiar.

CECOM – Centro Comunitário Batista Cleriston Andrade
Avenida Anita Garibaldi – Praça Lord Cochrane – Garcia, Salvador. CEP: 40210-255
Tel.: (71) 3194-7772 / www.facebook.com/CECOM.Ba
Atendimento individual e em grupo.

CÍRCULO DE PSICANÁLISE
Rua Adhemar de Barros, 1156 sala 101 – Ondina, Salvador. CEP: 40170-110
das 9:00 às 21:00 – horário local
Tel.: (71) 3245-6015 / www.circulopsibahia.org.br

CCVP – Complexo Comunitário Vida Plena
Rua Dr. Arthur Gonzales, 186 – Pau da Lima, Salvador. CEP: 41235-005
Telefone: (71) 3213-7836 / E-mail: complexocvidaplena@yahoo.com.br
Mais informações:https://www.bahiana.edu.br/especiais/responsabilidade-social/16264/complexo-comunitario-vida-plena/

COFAM – Centro de Orientação Familiar
Av. Joana Angélica n° 79, Pavilhão Julia Carvalho, Internato Nossa Sra. de Misericórdia – Nazaré, Salvador.
Tel: (21) 2269-0896

Lar Harmonia
Rua Dep. Paulo Jacson n° 560 – Piatã.
Tel.: (71) 3286-7796, ramal 119 / www.larharmonia.org.br
Psicoterapia individual, em grupo, familiar e orientação profissional. Não cobra taxa.

Centro de Valorização da Vida (24 horas)
R. Luis Gama n° 47 – Nazaré
Tel.: (71) 3322-4111 e (71) 3244-6936 (atendimento por telefone 24 horas e pessoalmente das 7h às 18h).

Faculdade Social (FSBA)
Serviço Escola de Psicologia Stella de Faro – de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h, e aos sábados das 8h às 12h.
Rua Senta Púa, nº 191 – Ondina – Atrás do Colégio ISBA, ao Lado do Prédio de Fisioterapia da Faculdade Social da Bahia. Tel.: (71) 4009-2937.
www.faculdadesocial.edu.br
Acolhimento e avaliação psicológica, psicoterapia individual e em grupos e orientação e planejamento profissional. Serviços voltados para a comunidade economicamente desfavorecida de Salvador e da RMS. Renda e indicadores de risco e vulnerabilidade social são alguns dos critérios observados para iniciar o tratamento. As inscrições são realizadas através de telefone ou presencialmente. Há lista de espera.

Bahiana
Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública.
Av. Dom João VI n° 275 – Brotas.
Tel.: (71) 3276-8200 ou 3276-8259 / www.bahiana.edu.br

UNIFACS – NEPPSI
Rua Ponciano de Oliveira n° 126, 1º andar – CEP: 40225-300
Tel.: (71) 3330-4677 / 4678
Psicoterapia individual, grupal e familiar. Cadastro por telefone.

FTC
Av. Luis Viana Filho, n° 8812, Paralela.
Tel.: (71) 3281-8073
Atendimento psicológico para adultos e crianças (a partir de 4 anos). de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e aos sábados, das 08h às 12h. Psicoterapia individual, grupal e familiar. Os interessados devem entrar em contato por telefone ou presencialmente. O atendimento é sujeito à lista de espera.

Faculdade da Cidade de Salvador
Clínica escola de psicologia da Faculdade da Cidade do Salvador
Endereço: Avenida Estados Unidos, s/n – Edifício Bradesco, 3º andar.
Tel.: (71) 3254-6916 e/ou 3254-6943
De segunda a sexta-feira, das 08h às 17h. O local oferece atendimento psicoterápico individual e em grupo para crianças, adolescentes e adultos. Os interessados podem marcar os atendimentos presencialmente ou através do telefone.

Ruy Barbosa
Rua Theodomiro Batista, n° 422 – Rio Vermelho.
Tel: (71) 3205-1745
O atendimento gratuito de psicologia funciona há 14 anos e faz parte do Núcleo Integrado de Saúde (NIS) da DeVry Ruy Barbosa. Os atendimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, e aos sábados, das 08h às 12h. O serviço é destinado à comunidade de baixa renda e a inscrição pode ser feita presencialmente no campus do Rio Vermelho ou através do telefone. Psicoterapia individual, grupal, familiar e orientação profissional.

UNIJORGE
Av. Luis Viana Filho, n° 6775, Paralela.
Tel.: (71) 3206-8015
O Instituto de Saúde da Unijorge oferece atendimentos psicológicos gratuitos para crianças, adolescentes e adultos. O serviço é realizado de segunda a sexta-feira, das 07h30 às 22h, e aos sábados, das 08h às 12h. Cadastro para triagem por telefone. Há lista de espera.

UNIFACS
PA1 – Unifacs: Avenida Cardeal da Silva, 132, Federação.
Tel.: (71) 3271-8119
O Núcleo de Estudos e Práticas Psicológicas da UNIFACS oferece atendimentos de psicoterapia, psicodiagnóstico, orientação profissional, recrutamento e seleção, formação e orientação de grupos terapêuticos para a população.
O serviço é realizado no PA1 da instituição de ensino, localizado na Federação. O atendimento é feito sempre mediante agendamento prévio pelo telefone e fica sujeito à disponibilidade de vagas.

Faculdade Castro Alves
Rua Marechal Andréa, 342, térreo, Pituba.
Tel.: (71) 3344-2585
Serviços: Psicoterapia individual para crianças, adolescentes e adultos.

UNIME – Lauro de Freitas
Endereço: Avenida Luís Tarquínio Pontes, 600, Centro – Lauro de Freitas (BA)
Tel.: (71) 3378-8310
A instituição de ensino oferece atendimento psicoterápico para crianças, adolescentes e adultos. O serviço é realizado de segunda a quinta-feira, das 08h às 12h e das 14h às 18h.
Os atendimentos podem ser agendados tanto pelo telefone quanto presencialmente.

CEARÁ

Estácio Via Corpvs. UNIFOR, UFC e UECE disponibilizam estes serviços

DISTRITO FEDERAL

CAEP na Universidade de Brasília atende gratuitamente a população.
Telefone: 3107-9102

UNIP na 913 Sul.

ESPÍRITO SANTO

Policlínica UVV-ES
Todos os serviços oferecidos pela UVV-ES estão concentrados na Policlínica de Referência da universidade, localizada na Rua Mercúrio, s/n, Boa Vista, Vila Velha.

Clínica de Psicologia
Oferece psicoterapia individual, infantil e adulto, psicoterapia em grupo adulto, grupo psicoeducativo para pais, avaliação infantil e adulto neuropsicológica/cognitiva, avaliação neuropediátrica, psicodiagnóstico e orientação profissional. Valor: R$ 15 cada sessão ou R$ 40 por um pacote de quatro sessões. Telefone para marcar consulta: 3421-2161.

FAESA
Clínica de Psicologia – Localizada no campus da Avenida Vitória, em Monte Belo, a Clínica de Psicologia oferece plantão psicológico, psicodiagnóstico, psicoterapia, intervenção psicopedagógica, intervenção psicossocial e orientação profissional. As consultas devem ser agendadas pessoalmente, entre 07h e 20h, ou pelo telefone 2122-4168.

Multivix
Psicologia – O Núcleo de Práticas em Psicologia (NPP) é uma clínica de serviços e ensino que oferece orientação profissional para alunos de ensino médio, plantão psicológico, psicodiagnóstico e atendimento psicoterápico individual e em grupo. Para agendar atendimento basta entrar em contato com o NPP, de segunda à sexta-feira, das 08 às 18h, pelo telefone 3335-5669.

GOIÁS

Goiânia

Na Universo (rua 87)
Na UNIP
Na Estácio (rua 44)

MINAS GERAIS

Belo Horizonte

Centro de Referência em Saúde Mental: A rede municipal tem Centros de Referência em Saúde Mental – CERSAMs -, em diferentes regiões, que cobrem toda a cidade. O funcionamento é das 7 às 19 horas, todos os dias da semana, inclusive feriados, e os usuários podem lá permanecer pelo tempo necessário.

Nos CERSAMs, o tratamento busca a estabilização do quadro clínico, a reconstrução da vida pessoal, o suporte necessário aos familiares, o convívio e a reinserção social. Oferece os atendimentos próprios a cada caso, com a presença constante de equipe multiprofissional, oficinas e atividades de cultura e lazer.

CERSAM Oeste – Rua Oscar Trompowski, 1325 – Nova Granada
Tel.: 3277-9601 / 3277-6488
CERSAM Pampulha – Rua Mel, 77 – Santa Branca
Tel.: 3277-7918 / 3277-7934
CERSAM Noroeste – Rua Camarugi, 10 – Padre Eustáquio
Tel: 3277-7220 / 3277-7229 / 3277-7216
CERSAMI – CERSAM INFANTIL – Rua Camarugi, 10 – Padre Eustáquio
Tel.: 3277-9279 / 3277-7227
CERSAM Venda Nova – Rua Boa Vista, 228 – São João Batista
Tel.: 3277-5432 / 3277-5434
CERSAM Nordeste – Rua Treze de Maio. s/n – Nova Floresta.
Tel.: 3277-9057 / 3277-6065
CERSAM AD Nordeste – Rua Joaquim Gouveia. 600 – São Paulo
Tel.: 3276-7538 / 3277-7539
CERSAM Leste – Rua Perite, 150 – Santa Tereza
Tel.: 3277-5756 / 3277-5743
CERSAM Barreiro – Rua Desembargador Ribeiro da Luz, 29 – Barreiro
Tel.: 3277-1530 / 3277-5908

CERSAM AD Pampulha (CERSAM ÁLCOOL E DROGAS) – Rua Ligúria, 70 – Bandeirantes, telefones 3277-1574 / 3277-1575
CERSAM AD Barreiro (CERSAM ÁLCOOL E DROGAS) – Avenida Barão de Monte Alto, 211 – Cardoso, telefones 3277-3630 / 3277-3632 / 3277-3631

PUC (Bairro São Gabriel)

PARANÁ

CPA-CLÍNICA DE PSICOLOGIA AVANÇADA
Proposta: Atender a comunidade, oferecendo acompanhamento e tratamento psicológico.
Tel: (41) 3310-2614

PERNAMBUCO

Existem alguns centros que fazem atendimentos sociais aqui em Pernambuco. Grande parte das faculdades que tem a formação em psicologia: Fafire, Esuda, Uninassau, FG, FPS, Facho, Estácio, Universidade Católica, Favip em Caruaru, Univasf em Petrolina e Faintvista em Vitória de Santo Antão. Vale salientar que essas são clínicas escolas, e vão cobrar um valor simbólico. Caso queira clinica escola pela rede pública, tem a UFPE no Recife e tem a UPE de Garanhuns. A maioria dos postos de saúde na região metropolitana também oferecem alguma forma de atendimento psicológico, na sua grande maioria em grupo. Você também pode procurar pelos Centros de atenção psicossocial (CAPS) que vão variar de acordo com a região que você mora. Caso queira algo particular alguns atendimentos são com preços variáveis. As vezes o psicólogo trabalha com o valor que aquela pessoa em particular pode desembolsar naquele momento.

Clinicas Escolas de Pernambuco: http://www.crppe.org.br/profissional/?id=2

RIO DE JANEIRO

Capital

Universidade Estácio de Sá – Serviço de Psicologia Aplicada (SPA)
Voltado para crianças, adolescentes e adultos, o atendimento é gratuito para casos encaminhados por órgãos conveniados e conselhos municipais, ou com a cobrança de uma taxa simbólica. Possui dez pontos de atendimento ao público no Rio de Janeiro, feito por alunos de Estácio com supervisão de profissionais especializados. Os atendimentos são feitos após agendamento. Inicialmente, é feita uma avaliação prévia de cada caso. Alguns trabalhos são feitos em grupo, mas a maioria é de consultas individuais.
Unidades Estácio que oferecem o serviço:
– Barra da Tijuca: Akxe (Avenida Prefeito Dulcídio Cardoso, 2.900. Tel.: 2432-3800)
– Taquara, Jacarepaguá: R9 (Rua André Rocha, 838. Tel.: 3312-6100)
– Rio Comprido: Rebouças (Rua do Bispo, 83. Tel.: 2503-7000)
– Norte Shopping (Avenida Dom Hélder Câmara, 5.080, Pilares. Tel.: 2583-7100)
– Ilha do Governador (Estrada do Galeão, 1.900. Tel.: 2468-1550)
– Santa Cruz (Rua Felipe Cardoso, 1.660, Centro. Tel.: 2418-2587)

PUC
Serviço de Psicologia Aplicada (SPA)
Clínica de atendimento psicológico – Rua Marquês de São Vicente, 225 – Gávea. Tel.: 3527-1573 / 3527-1574
psispa@puc-rio.br

UNISUAM
Universidade Aberta à Terceira Idade (Unati)
Ambulatório com equipe de psicólogos. A triagem para atendimento ocorre na última segunda-feira de cada mês. Antes, no entanto, é necessário entrar em contato através dos números 2334-0053 / 2334-0131 / 2334-0168 / 2334-0604 para confirmar se haverá acolhimento.

Universidade Santa Úrsula
Serviço de Psicologia Aplicada (SPA)
Rua Fernando Ferrari, 75, Prédio I, sala 412, Botafogo. Tel.: 2554-2500
Especialidade: Atendimento psicológico e psicoterápico a pessoas carentes através de psicoterapia.

Clínica Mente e Corpo
Rua Sorocaba, 158 – Botafogo. Tel.: 2286-4738 e 3239-1414
Para o primeiro atendimento basta ligar e agendar entrevista, de segunda a sexta, das 8h às 20h.

Instituto de Psicologia Fenomenológica Existencial do RJ
Rua Barão de Pirassununga, 62 – Tijuca. Tel.: 2268-9907 ou 2208-6473
Todos os terapeutas são profissionais de Psicologia, não havendo a possibilidade de atendimento com estagiários.

UFRJ – Divisão de Psicologia Aplicada
Av. Venceslau Brás, 250 – fundos, Botafogo. Tel.: 2295-8113 / 3873-5326 / 3873-5327
O interessado deverá comparecer no endereço acima, das 8h às 20h, onde passará pela entrevista inicial. O atendimento, que poderá ser individual ou em grupo, é realizado por estudantes de Psicologia da UFRJ, dos últimos períodos.
Obs.: De acordo com um leitor, o primeiro atendimento está sendo feito até as 17h.

UERJ – Serviço de Psicologia Aplicada (SPA)
Rua São Francisco Xavier, 524 – 10° andar – Maracanã. Tel.: 2334-0033 e 2334-0688
Inscrição nos meses de março e agosto. Comparecer à secretaria das 8h30 às 20h30. Fazer a inscrição e aguardar contato. O atendimento é realizado somente por estagiários e o valor a ser cobrado é de acordo com a renda familiar. Até 01 salário mínimo, o serviço não é cobrado. Há atendimento individual e em grupo.

Instituto Psiquiátrico Philipe Pinel
Av. Venceslau Brás, 65 – Botafogo. Tel.: 2542-3049
O interessado deverá comparecer à triagem no setor de emergência e, após consulta com psiquiatra, será encaminhado à psicologia. O atendimento é gratuito e realizado somente por profissionais.

Instituto de Psiquiatria – IPUB UFRJ
Av. Venceslau Brás, 71 – fundos – Botafogo. Tel.: 3873-5536
Comparecer ao setor de triagem, no ambulatório, de segunda a sexta-feira, entre 5h30h e 6h, e pegar a senha para o primeiro atendimento, que será realizado por um médico psiquiatra e um psicólogo. O serviço é gratuito.

Centro Psiquiátrico Rio de Janeiro
Praça Coronel Assunção, s/n – Praça Mauá. Tel.: 2216-6534
Apenas para quem mora nos bairros pertencentes a AP1 (Centro, Fátima, Santo Cristo, Caju, Mangueira, São Cristóvão e proximidades).
Comparecer no endereço acima, levando comprovante de residência. O usuário passará por uma consulta com o psiquiatra, que fornecerá o encaminhamento à Psicologia. O atendimento é gratuito. Também há emergência 24h em Psiquiatria, mesmo para aqueles que não residem nos bairros pertencentes a AP1.

Universidade Veiga de Almeida
Serviço de Psicologia Aplicada (SPA)
Rua Ibituruna, 108, Vila Universitária – Casa 04 – Tijuca. Tel.: 2574 – 8898
Av. Ayrton Senna, 2001 – Bloco 3/Sala 43 – Barra da Tijuca. Tel.: 3326-1350
Para atendimento tanto no campus Tijuca quanto no campus Barra, o interessado deverá se dirigir ao endereço acima, preencher a ficha e aguardar a fila de espera (em torno de 02 meses). O atendimento é realizado por estudantes de Psicologia da Veiga de Almeida, cursando os últimos períodos.

Ambulatório São Luiz Gonzaga
Rua São Clemente, 216 – Tel.: 2527-3766 / 2535-6000 e 2535-2164
Atendimento das 8h às 11h e das 13h às 16h

Hospital Pedro de Alcântara
Atendimento psiquiátrico
Rua Santa Alexandrinha, 667 – Rio Comprido. Próx. ao hospital dos Bombeiros e da entrada do túnel Rebouças sentido Lagoa. Agendamento pelo tel.: 3293-2400
De acordo com um dos nossos leitores, o valor de consulta é R$ 60,00. Pagamento somente em dinheiro.

O curso de formação de Gestalt terapia – IGT – oferece psicoterapia em valor acessível aqui no RJ.
Também realizam tendimentos de família e grupos.
Rua Haddock Lobo 369 Sala 709 – Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
(21) 2567-1038 / 2569-2650

Campos dos Goytacazes

Universidade Estácio de Sá
Avenida 28 de Março, 423, Centro – Tel.: (22) 2737-7000)

Niterói

Universo – Núcleo de Psicologia Aplicada
Interessados em tratamento gratuito para dificuldade de aprendizagem, problemas emocionais, pânico, fobia, depressão, entre outros podem fazer inscrição no setor de Psicologia no campus de Niterói, localizado na Rua Marechal Deodoro 217, 7º andar, Centro. O NPA funciona de segunda a sexta feira, das 13h às 17h, e sábado das 8h às 17h. Informações pelo tel.: 2138-4931.

Universidade Estácio de Sá – Serviço de Psicologia Aplicada (SPA)
Rua Eduardo Luiz Gomes, 134. Tel.: 2729-8200

Nova Friburgo

Universidade Estácio de Sá – Serviço de Psicologia Aplicada (SPA)
Jardim Sans Souci s/nº, Braunes. Tel.: (22) 2525-1500

Resende

Universidade Estácio de Sá – Serviço de Psicologia Aplicada (SPA)
Rua Zenaide Vilela s/nº, Jardim Brasília – Tel.: (24) 3383-4600

RIO GRANDE DO SUL

Porto Alegre

Centro de Estudos Luis Guedes (vinculado ao Hospital de Clinicas – Psiquiatria)
Tel.: (51) 3388-8165

SAPP (vinculado ao curso de Psicologia da PUCRS)
Tel.: (51) 3320-3561

Instituto de Psicologia da UFRGS
Tel.: (51) 3308-2025

Rio Grande e São José do Norte

Faculdade Anhanguera (Rio Grande)
Av. Rheingantz, 91 – Parque Res. Coelho – Tel.: (53) 3036-9400

Consultório de Psicologia Valdirene Steglich (Rio Grande e São José do Norte)
Tel.: (53) 98126-2416
A psicóloga Valdirene Terezinha Steglich costuma abrir alguns horários em troca de 1 kg de alimento não perecível, que são doados para a instituição de menores Casa Lar, em São José do Norte.

Atendimento na região centro do Rio Grande do Sul, em Santa Maria, psicóloga atende casos especiais a baixo custo para adolescentes.
Contato pela página do Facebook: https://www.facebook.com/psicologaleonor

SANTA CATARINA

Blumenau

PsicoBlu
Faz atendimento Social em Psicologia para população da cidade.
O atendimento emergencial em Psicologia, denominado Plantão Psicológico, acontece todas as 2ª feiras das 14 horas as 21 horas.
O telefone para informações é 47 3288-9800 ou 99684-3685
Tem o site do consultório que é http://www.psicoblu.com.br
o Facebook é @psicoblu.

Florianópolis

Serviço de Atenção Psicológica, clínica-escola do curso de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina.
Acolhimento: Atendimento Psicológico de Urgência (2ª a 6ª feira, das 8h às 16h. O atendimento é organizado por ordem de chegada e condicionado à disponibilidade de plantonistas no Serviço)
Mais informações: http://sapsi.paginas.ufsc.br

São José

Ambulatório Médico de Ensino Integrado
Rua Luiz Fagundes, 1.112, Picadas do Sul, São José.
Quem pode: qualquer pessoa da Grande Florianópolis
Atendimento: Clínica Geral, pediatria, ginecologia e obstetrícia, cardiologia, pneumologia, psiquiatria, gastro
Agendamento: de forma presencial. A agenda abre na última semana do mês. Orientações pelo tel.: (48) 3259-0981

Faculdade Estácio de Sá
Clínica de Psicologia da Estácio (2º andar do Bloco I), Avenida Leoberto Leal, 431, Barreiros, São José.
Quem pode: toda a comunidade, independente da idade ou bairro.
Agendamento: de segunda a sexta, das 12h às 21h, pelo telefone (48) 3381-8050 ou pessoalmente

Palhoça

Policlínica de Referência da Unisul
Rua João Pereira dos Santos, 303, Ponte de Imaruim, Palhoça.
Quem pode: qualquer pessoa da Grande Florianópolis
Atendimento: Clínica geral, pediatria, ginecologia e obstetrícia, cardiologia, pneumologia, psiquiatria, gastro, mastologia, alergista, cardiologia, cirurgia geral e de tórax, dermatologia, endocrinologia, geriatria, hematologia, infectologia, nefrologia, neurologia, reumatologia e urologia

Unisul
Av. Pedra Branca, 25, Cidade Universitária Pedra Branca, Palhoça.
Quem pode: qualquer pessoa da Grande Florianópolis
Atendimento: psicológico. Agendamento: de forma presencial ou pelo telefone (48) 3279-1083, das 12h às 21h
Meu nome é Carla Schubert Sengl. Sou psicóloga e trabalho no Serviço de Atenção psicológica, a clínica-escola do curso de psicologia da Universidade federal de Santa Catarina.
Peço a gentileza de incluir este espaço de atendimento psicológico gratuito na lista que está em seu site.
Segue o link para maiores informações: http://sapsi.paginas.ufsc.br/

SÃO PAULO

Capital

USP (Universidade de São Paulo) – Atendimento Psiquiátrico
Veja todos os programas disponíveis no site.
Para agendar consultas no Atendimento Psiquiátrico entre em contato com o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Os atendimentos são realizados no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas – IPq-HC
Tel.: (11) 3067-6982

Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama
Rua Eça de Queiroz, 220 – Paraíso. Tel.: (11) 5571-2602 / 5575-5994

CAISM Centro de Atenção Integrada a Saúde Mental
Rua Major Magliano, 241 – Vila Mariana. Tel.: (11) 5087-7031

Centro Universitário Capital
Rua Cel. Joviano Brandao, 418 – Mooca. Tel.: (11) 2065-1000

Faculdade Metropolitanas Unidas
Av. Liberdade, 765 – Liberdade. Tel.: (11) 3207-0733 / 3209-4589

PUC Pontifícia Univ. Católica de São Paulo
Rua Monte Alegre , 984 – Perdizes. Tel.: (11) 3670-8040 / 3670-8041

UNIFESP – Unidade de Dependência Drogas
Rua Napoleão de Barros, 925 – Vila Clementino. Tel.: (11) 5539-0155 / 5575-1677

Universidade Camilo Castelo Branco
Rua Carolina Fonseca, 584 – Itaquera. Tel.: (11) 2170-0000

Universidade Ibirapuera UNIB
Av. Iraí, 297 – Moema. Tel.: (11) 5096-2100

Universidade Paulista (UNIP – CANTAREIRA)
Av. Santa Inês, 4740 – Pedra Branca. Tel.: (11) 2231-2914

Universidade Paulista (UNIP – CHÁCARA)
Rua Cancioneiro Popular, 164 – Chácara Sto. Antonio. Tel.: (11) 5181-1441 / 5184-2038

Universidade Paulista (UNIP – POMPÉIA)
Rua Carlos Vicari, 124 – Pompéia. Tel.: (11) 3662-5255 / 3865-4282

Universidade Paulista (UNIP – TATUAPÉ)
Rua Vitório Ramalho, 154 – Pq. São Jorge – Tatuapé. Tel.: (11) 2941-2075

Universidade Paulista (UNIP – VERGUEIRO)
Rua Apeninos, 294 – Aclimação – Vergueiro. Tel.: (11) 3341-4250 / 3272-9463

Universidade Presbiteriana Mackenzie
Rua Maria Antônia, 358 1º Andar – Higienópolis. Tel.: (11) 3256-6827 / 3256-6217

Universidade São Francisco São Paulo
Rua Hannemann, 352 – Pari. Tel.: (11) 3315-2052 / 3315-2033 / 3315-2035

Centro de Psicologia Aplicada da Universidade São Judas Tadeu
Rua Marcial, 45 – Mooca. Tel.: (11) 2099-1831 / 2099-1943

CEP Centro de Estudos Psicanalíticos
Rua Almirante Pereira Guimarães, 378 – Pacaembu. Tel.: (11) 3864-2330 / 3865-0017

Instituto Sedes Sapientiae
Rua Ministro de Godoy, 1484 – Perdizes. Tel.: (11) 3866-2735

Paulistana (Faculdade)
Rua Correia Dias, 93 – Paraíso. Tel.: (11) 5549-6593

Universidade FMU
Tratamentos psicológicos a baixo custo para a população em seus campus de Santo Amaro e Liberdade. As terapias são ministradas por estudantes do último ano do curso, com a supervisão de professores. Para ser paciente, é necessário passar por uma triagem, na qual é decidida a melhor abordagem para cada caso. A avaliação é feita em três sessões gratuitas. Os atendimentos acontecem de segunda a sexta, das 8h às 21h, e aos sábados, das 8h às 15h. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 3040-3400 ramal 2316 / 2339, ou e-mail: triagem.psico@fmu.br.

Universidade Anhanguera
– Morumbi: Rua Cancioneiro Popular, 28 – Tel.: (11) 5180-9022 (atendimento: segunda, quarta e quinta-feira, das 15h às 22h)
– Osasco: Av. dos Autonomistas, 1.325 – Tel.: (11) 3699-9047 (atendimento: segunda à sexta-feira, das 8h às 21h)
– Vila Guilherme: Rua Maria Cândida, 1.813 – Tel.: (11) 2967-9035 ou (11) 2967-9031 (atendimento: segunda a sexta-feira, das 7h às 22h)
– Vila Guilherme: Rua Cap. Guedes de Souza, 112 – Tel.: (11) 2967-9006
– Vila Mariana: Rua Afonso Celso, 235 – Vila Mariana – Tel.: (11) 5085-9004 (atendimento: terça a sexta-feira, das 17h às 22h)

UNISA/OSEC (Universidade)
R. Humboldt, 29 – Santo Amaro – Tel.: (11) 2141-8870

USP (Universidade de São Paulo)
Av. Professor Melo Moraes, 1721 – Bl. D – Cidade Universitária. Tel.: (11) 3031-2420

Serviço de Atendimento Psicológico, Psicopedagógico e Fonoaudiológico – SEAPP
R. Dentista Barreto, 687 – Vila Carrão – São Paulo / SP. seapp@capsnossolar.org.brBarueri

Universidade Paulista (UNIP – ALPHAVILLE)
Al. Amazonas, 492 – Alphaville. Tel.: (11) 4208-6861 / 4191-1078

Campinas

CPA da UNIP
Endereço: R. Sampainho, 45 – Cambuí, Campinas – SP, 13025-300
Telefone: (19) 3294-1128

Guarulhos

Clínica Psicológica da Universidade Guarulhos
R. Dr. Nilo Peçanha, 37 – Centro. Tel.: (11) 2464-1676

Fac. Integ. de Ciências Humanas, Saúde Educação de Guarulhos
Rua Barão de Mauá, 600 – Centro. Tel.: (11) 2464-9033 / 2409-3533

Mogi das Cruzes

Sociedade Civil de Educação Braz Cubas
Av. Francisco Rodrigues Filho 1233 – Vila Mogilar. Tel.: (11) 4791-8000 / 4790-2043

Universidade de Mogi das Cruzes (UMC)
Atendimento psicológico individual, terapia em grupo, terapia com animais e grupo de orientação com os pais.

Santo André

Instituto de Ensino Superior Sen. Flaquer de Santo André
R. Senador Flaquer 456 – Centro. Tel.: (11) 4438-8899 / 4992-2963

Universidade do Grande ABC Clínica Psicologia
R. das Caneleiras, 387 – Campestre. Tel.: (11)4991-9818

São Bernardo do Campo

Universidade Metodista de São Paulo
Av. Dom Jaime de Barros Câmara, 1000 – Planalto. Tel.: (11) 4366-5358 / 4390-8007

São José do Rio Preto

UNIP – Tel.: (17) 2137-5000
Av. Pres. Juscelino Kubitschek de Oliveira, s/nº.
De acordo com uma estudante de Psicologia da Universidade, há atendimento gratuito.

Fonte:
Alessandra Chrisostomo
Catraca Livre
Diário Catarinense
ESHoje
Governo do Estado da Bahia
USP
Universidade Uniban
Universidade Federal do Paraná

Depressão veio me visitar

Eu sabia que isso ia acontecer, mas não imaginei que alguns fatores iam potencializar a chegada dela. Em maio do ano passado larguei o Citalopram e voltei a ter depressão. Depois disso voltei a tomar a medicação e tudo ficou normal. Estou há um pouco mais de um mês sem tomar Citalopram pq acabou e eu só consegui achar psiquiatra pela Unimed para dia 28/06. Passo o dia angustiada, coisas que eu deveria fazer com facilidade vão se arrastando e vou adiando tudo o máximo que eu posso. Algumas coisas que estão fora do meu alcance me deixam ansiosa e não consigo comer, parece que tenho uma bola de futebol no estomago. Quando como, por menos que seja, parece que eu engoli um boi e fico com uma sensação como se houvesse muito mais comida no meu estomago que ele pudesse comportar. Choro, coisa que há tempo não acontecia. Não tenho forças, por mais que eu me esforce pra fazer algo não tenho energia. Estou tendo insônia e acordo muito cansada. Sinto falta dos meus pais que estão longe e que nessas horas eu queria um pouco de carinho deles. Mas não converso com eles sobre o que ta acontecendo para não deixa-los preocupados (estou torcendo para meu pai não ler esse post). A última vez que tive esses problemas com depressão foi em setembro do ano passado e mais uma vez essa merda ta acontecendo. Hoje vou ligar pra secretária da Psiquiatra e tentar passar a consulta pra essa semana. Fé, por mais que a depressão me faça desacreditar em Deus.

5 HTP – remédio

 

remedio_5htp

Meu Citalopram acabou. E quando acaba eu começo a ficar na merda. Desde que fui no meu psiquiatra e falei que andava com muito sono e queria saber se eu podia tomar algo, tipo Pharmathon, e ele quis me empurrar um remédio manipulado de R$ 500,00/mês (e fazer caixa dois) eu não quero mais ir nele.

Tentei marcar outro psiquiatra que atendesse pela Unimed mas é meio difícil de achar. Marquei uma psiquiatra pro dia 28/06 mas juro que to achando que vou chegar lá e falar “Oi, tenho dismorfia corporal” e ela vai responder “O que é dismorfia corporal?”. Da vontade de pedir reembolso da consulta. Falo isso pq com outras duas psiquiatras aconteceu isso. E aí os papéis se invertem. O médico que deveria explicar pra vc acaba ouvindo o que vc tem pra explicar pra ele sobre dismorfia corporal.

Por conta disso tudo (meu psiquiatra atual e outros psiquiatras ignorantes) eu não queria ter que depender da receita do psiquiatra, já que o Citalopram é remédio controlado. Eu me pergunto, pq serotonina tem que ser controlada? Eu não preciso de receita médica pra comprar chocolate.

Eu queria achar um remédio que ajudasse a repor serotonina no meu cérebro bichado sem ser um remédio controlado. Fui pro Google.

Resumindo a missa da minha pesquisa, achei um tal de 5HTP. Mas que merda é essa?

O 5HTP (5HTP, 5-Hidroxitriptofano, Pílula da Felicidade, 5-Hydroxytryptophan, 5-HTTP) é um suplemento dietético precursor  metabólico da serotonina (5-HTP Supplements), que por sua vez é um neurotransmissor no cérebro. É produzido a partir das sementes da planta africana Griffonia Simplicifolia. O 5-HTP é utilizado na medicina alternativa para aliviar sintomas de ansiedade, depressão, fibromialgia, insônia, dores de cabeça, TPM e redução do apetite. O extrato de 5-hidroxitriptofano é vendido como um suplemento natural.

O 5-HTP, suplemento natural ainda bastante desconhecido e muito pouco usado para tratar a ansiedade, passou a atrair maior atenção após bons resultados no tratamento natural de ansiedade, quando administrado de forma correta. 5-HTP é a abreviação de 5-hidroxitriptofano, aminoácido precursor da serotonina. Quando ingerido, faz com que alguns triptofanos se transformem em proteínas, sendo alguns em niacina (vitamina B3) e outros vão para o cérebro para se converterem em serotonina (neurotransmissor), substância fundamental para o funcionamento do cérebro, responsável também por regular o humor e os níveis de tensão.

Uma das causas comuns da ansiedade é uma desordem conhecida como SDS ou Síndrome de Deficiência de Serotonina, ocasionada por níveis de serotonina abaixo do normal no cérebro. Isto faz com que o cérebro regule mal o humor, a tensão, o apetite e os processos de sono. Isto somado pode influenciar negativamente e aumentar os níveis de ansiedade. A função do 5-HTP é de suprir a falta de serotonina, fazendo que no final das contas os níveis de ansiedade diminuam consideravelmente.

A dose a ser ministrada para o controle da ansiedade através do 5HTP deve ser sempre feita sobre prescrição médica, sendo mais comum o consumo diário de 100mg de 5HTP. No caso da ansiedade, os efeitos proporcionados pelo 5HTP não são instantâneos, havendo casos em que o cérebro pode levar cerca de um mês para se beneficiar completamente do suplemento.

Inúmeras pesquisas estudaram a eficácia do 5-HTP para o tratamento da depressão. Os efeitos da fluvoxamina foram comparados ao 5-HTP, que provou ser igualmente efetivo no tratamento da depressão. Vários grupos tratados com essas substâncias obtiveram redução gradual dos sintomas depressivos. Uma publicação na revista Neuropsychobiology, mostrou segundo um investigador, que “dos 17 estudos revisados, 13 confirmaram que o 5-HTP possui verdadeiras propriedades antidepressivas. (in Zmilacher K, et al. L-5-hydroxytryptophan alone and in combination with a peripheral decarboxylase inhibitor in the treatment of depression. Neuropsychobiology 1988;20:28-35).

A dose efetiva de 5-HTP parece estar a partir de 50mg diários. No entanto, é importantíssimo que o uso do 5HTP só seja usado mediante prescrição médica. Também não se deve de forma alguma usar o 5HTP combinado com outras substâncias antidepressivas sem recomendação e acompanhamento médico especializado. Efeitos colaterais associados com doses terapêuticas de 5-HTP são raros, mas de qualquer forma, se deve ter muito cuidado ao utilizar o 5HTP.

No entanto, o 5-HTP não pode jamais ser consumido de forma indiscriminada, vez que altos níveis de serotonina podem causar efeitos colaterais em algumas pessoas e, em função disto, é aconselhável sempre utilizar o 5-HTP com prescrição de um profissional da saúde competente.

Bom, esse 5HTP é usado mais pra regime. No google achei várias pessoas que tomam pra emagrecer e pra parar de fumar. Mas pra depressão não achei nada. Pelo que eu li, é preciso tomar 2 cápsulas por dia. O valor +ou- é de R$ 50,00 para 60 cápsulas (só vende manipulado). Eu pago R$ 40,00 para 60 capsulas de citalopram (mas citalopram é 1 por dia).

Vou esperar a consulta com a psiquiatra do dia 28/06. Se ela me atender bacana, continuo com o Citalopram e não compro esse 5HTP. Mas ele parece ser bem interessante, né? Fiquei curiosa se ele poderia substituir o Citalopram. Li sobre o uso placebo dele (pra quem não sabe placebo é quando a pessoa toma remédio com farinha e acha que ta tomando remédio de verdade e ele funciona do mesmo jeito pq a pessoa acredita que é remédio de verdade) no regime. Quem tomou placebo emagreceu 1 kg enquanto quem tomou o de verdade emagreceu 4 kg. Pra ler mais sobre o remédio clique aqui.

Quando eu decidir mais sobre o que vou tomar eu posto aqui.

Vai esperar até quando?

animated_photography_05

A espera de um milagre é o nome de um filme, não é pra ser a sinopse da sua vida. Você quer que as coisas na sua vida mudem mas fica ai parado esperando que tudo melhore sem seu esforço. Não tenho uma boa notícia pra você. Não vai melhorar. Você vai ficar nessa pro resto dos seus dias. Faz 2 anos que você não tem mais vida social, faz 3 anos que você odeia sua aparência, faz 4 anos que você vive por viver sem aproveitar nada. É triste, mas a tendência é que esses números só aumentem, ano após ano e as coisas só piorem. Quem fica parado é vaca na Índia meu amigo, mexa-se. Não adianta reclamar pra si mesmo que sua vida ta uma merda se você ficar estagnado. A mudança não vai acontecer. Sabe porquê? Porque a mudança é você. Sua vida só vai mudar quando você mudar. Quando você fizer acontecer. Isso é pra quem tem o transtorno dismórfico corporal e pra quem não tem. Quem tem esse transtorno, por favor, se sua vida está ruim, se você não sai, não tem vida social, não tem amigos, se chora, se ta insatisfeito com a vida que tem, faça alguma coisa. Já falei aqui o que fazer da sua vida se você tem dismorfia. Procure um psiquiatra, um psicólogo e mergulhe nos livros de auto ajuda. Porque ao contrário do que muita gente diz, livro de auto ajuda ajuda sim. Tem gente que não chama mais de livro de auto ajuda, chama de livro de auto conhecimento e eu acho ótima essa descrição.

Não tem jeito, a única coisa que cai do céu é chuva e avião. Vida a gente só tem uma e mesmo se você acredita em reencarnação, não vai mais ser essa vida, vai ser outra.

Enfim, você faz da sua vida o que você quiser, até porque a vida é sua e não minha. Se você quer deixar sua vida passar e ficar só existindo ao invés de viver não é problema meu. Eu já passei muitos anos dessa forma mas quando eu descobri que toda minha tristeza se chamava dismorfia corporal eu me mexi pra que tudo melhorasse. Eu tive que correr atrás, mas valeu a pena. Hoje eu tenho vida social e não acho a vida um martírio.

Pense bem nas escolhas que você tem feito pra sua vida, ou as escolhas que você não tem feito.

Estudo aponta que olhar no espelho causa ansiedade e depressão

espelho

A pesquisa revelou que se admirar por muito tempo pode ser prejudicial para a saúde

Seja por vaidade ou apenas para dar uma verificada no visual, todos nós damos algumas paradinhas em frente ao espelho diariamente. Mas esse hábito, por vezes tão natural, pode representar mais riscos do que trazer benefícios para nossa saúde mental.

O estudo realizado pelo Instituto de Psiquiatria de Londres revelou que os voluntários que olhavam para seus reflexos por mais de dez minutos apresentavam gradualmente sintomas de ansiedade e depressão. Mesmo as pessoas que se declaravam satisfeitas com suas aparências começavam a demonstrar os sintomas depois de alguns minutos em frente ao espelho.

Os pesquisadores, que divulgaram os resultados este mês, consideram essas conclusões surpreendentes, já que eles esperavam que tais comportamentos fossem encontrados somente entre pacientes com Transtorno Dismórfico Corporal – quando a pessoa enxerga sua aparência ou forma física diferente do que ela realmente é. No entanto, o mesmo aconteceu com as pessoas diagnosticadas com saúde perfeita quando estas foram solicitados a encarar o espelho por alguns minutos.

Outras pesquisas realizadas no Reino Unido já demonstraram que as mulheres se olham no espelho cerca de 38 vezes por dia, enquanto os homens cumprem esse ritual apenas 18 vezes no mesmo período. Então não é por acaso que os mesmos estudos revelaram que as mulheres são mais críticas com suas aparências do que os homens, além de que elas são menos propensas a tecer elogios sobre suas próprias figuras quando se veem no espelho.

Para comparar os efeitos da autoimagem em pacientes com Transtorno Dismórfico Corporal e pacientes saudáveis, os pesquisadores do Instituto de Psiquiatria recrutaram 50 voluntários. Foram selecionadas 25 pessoas que sofriam do transtorno e outras 25 pessoas que se mostraram positivas quanto à própria imagem para passarem por dois testes.

O primeiro deles consistia em responder a um questionário antes e depois de encarar a própria imagem por 25 segundos. No segundo teste, os voluntários passavam dez minutos em frente ao espelho e depois respondiam outro questionário.

Conforme esperado, os pacientes com transtorno demonstraram alto grau de insatisfação mesmo depois de se olharem por apenas 25 segundos. Mas o que surpreendeu os pesquisadores foi que os voluntários saudáveis demonstraram as mesmas inquietações e sinais de ansiedade e depressão quando foram submetidos a testes de maior duração.

Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque, embora todos tenham o costume de dar aquela espiadinha no espelho para verificar se tudo está de acordo, a maior parte das pessoas não passa longos períodos analisando cada parte do corpo. De fato, é possível que passar muito tempo em frente ao espelho seja um costume prejudicial à saúde.

Fonte: Toda Ela

Será que tenho dismorfia corporal?

Algumas pessoas que passam pelo blog dizem que se identificaram com os sintomas mas que não sabem se possuem a doença.

Por isso criei esse ítem no menu, com a intenção de ajudar quem tem dúvida a identificar se tem dismorfia corporal ou não.

Em primeiro lugar, quem tem que dizer se vc tem ou não dismorfia corporal é um médico profissional dessa área. Resumindo, um psiquiatra. Mas tem que ser um psiquiatra que saiba que essa doença existe, pq é comum encontrar psiquiatras que não sabem o que é isso. Experiência própria.

Falando de forma bem teórica, a dismorfia corporal consta no DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) e no CID-10 (Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde). É necessário ter TODOS os três sintomas abaixo para ser considerada com a doença:
a) o indivíduo preocupa-se com um defeito imaginário na aparência e se uma mínima anomalia está presente, tem preocupação marcadamente excessiva com essa;
b) a preocupação deve causar estresse significativo ou prejuizo na vida social, ocupacional ou outras áreas do funcionamento;
c) essas queixas não podem ser caracterizadas como outro transtorno mental, tal como a anorexia nervosa.
(Se quiser ler mais sobre dismorfia corporal clique aqui).

Se mesmo assim vc ainda não tem certeza, vou explicar com o português comum. Uma pessoa com dismorfia corporal tem hábitos específicos que caracterizam bem a doença. Porém, não adianta vc se identificar com um ou outro, tem que se identificar com pelo menos mais da metade.

Os hábitos de quem tem dismorfia são:

1. Vc fica muito tempo na frente do espelho olhando o que vc odeia na sua aparência. Se vc está no quarto ou no banheiro não perde a oportunidade de ficar com a cara colada no espelho. Ou evitam espelhos.
2. Quando vc sai da porta de casa pra fora acha que todos estão reparando como vc é horrível. E além de reparar tb acha que eles comentam.
3. Se vc fala pra alguém da família ou amigo do seu defeito (a nivel de deformação) a pessoa diz que não é nada do que vc diz. Ou pelo menos não do jeito exagerado que vc diz ser.
4. Vc deixa de ir a qualquer lugar público (festa, shopping, praia) por se achar muito horrível para as pessoas te verem (isso tb pode incluir parar de trabalhar ou estudar)
5. Vc quer fazer todas as cirurgias plásticas possíveis e impossíveis pra consertar o que vc odeia na sua aparência. Vc já chegou a ir a consultas com cirurgiões plásticos e dermatologistas pra arrumar esse defeitão.
6. Com certa frequência vc chora de tanta tristeza por ser tão feio.
7. Quando falam que vc é bonito(a) vc tem certeza que tão de sacanagem.
8. Vc não consegue pensar em outra coisa a não ser como vc é feio e como as pessoas estão reparando como vc é.
9. Vc não vai a lugar algum sem maquiagem (óculos escuros, boné, etc), nem mesmo à padaria ou à portaria do prédio.
10. Vc confere sua aparência em qualquer superfície que reflita sua imagem, as mais comuns são janelas de carros e vitrines de lojas.
11. Vc fica comparando sua aparência com a de pessoas famosas que vc acha bonita.
12. Vc já quis (ou quer) morrer (isso inclui se matar) pq é insuportável aguentar esse peso que é viver com a aparência que vc tem.
13. Vc nunca namorou ou acredita que quem demonstra interesse por vc é por pena ou pq vc é tão feio(a) que é mais dificil levar um fora.
14. Vc não consegue conversar olhando nos olhos das pessoas ou quando anda na rua não olha pra ninguém.
15. Vc foge de fotografias como o diabo foge da cruz.

Ok, li e acredito que tenho dismorfia corporal. O que devo fazer?
Procure um psiquiatra. Pare com esse medo idiota de achar que psiquiatra só serve pra cuidar de gente de manicômio, que baba e  usa camisa de força. Se vc não quer se ajudar então não vem se queixar pra mim depois. Eu tenho dismorfia corporal e to dizendo aqui o que é importante fazer pra superar isso. Tudo o que eu to dizendo aqui eu fiz e hoje consigo viver bem melhor.

O que o psiquiatra vai fazer?
O objetivo principal do psiquiatra é te medicar. Ele não fez psicologia na faculdade, ele fez MEDICINA. O psiquiatra não é psicólogo, apesar de tb ter psiquiatra que faz terapia. O que é bom.

Como é a consulta com o psiquiatra?
Vc vai sentar na frente do(a) psiquiatra. Ele vai estar atrás de uma mesa de consultório, com um computador, blocos e receituários. Diferente do psicólogo que vc senta em um sofá e o psicólogo em outro e entre vcs não tem nada. O psiquiatra precisa saber como é a sua vida, sua rotina e como vc se sente (e se vê). Vc precisa falar tudo. Se ficar escondendo as coisas do médico não sei qual a razão de vc ir lá. Ele ta ali pra te ajudar, se vc ficar escondendo as coisas dele o único prejudicado é vc. Com base no que vc falar ele vai saber qual é o melhor remédio pra vc. O remédio vai regular a serotonina e da dopamina (explicando de forma grosseria são substâncias do cérebro responsáveis pelo seu bem estar) e vai ajudar a diminuir as “alucinações”. Em outras palavras, vc não vai ficar tão atormentado por causa do seu nariz horroroso, sua pele manchada ou seja lá qual for a sua reclamação. O remédio não vai fazer vc se achar se achar mais bonita(o), mas vai diminuir a sua dor emocional, vc vai sofrer menos por causa da sua aparência. O psiquiatra vai pedir pra vc voltar em um mês, pra saber como está sendo a adaptação com o remédio. O remédio demora cerca de 15 dias para começar a fazer efeito, pq nesse tempo o corpo está se acostumando com o que está recebendo. O que vc vai tomar não é como remédio para prisão de ventre. Não adianta vc tomar hoje e achar que amanhã já vai se sentir melhor. Conforme vc se sentir ao fim do primeiro mês o psiquiatra vai manter essa medicação ou fazer alguma adaptação, como aumentar a dose ou trocar de substância.

Ah, mas eu não quero tomar remédio.
Ok, então não tome. Vc pode melhorar sem tomar remédio, mas é um caminho mais longo e doloroso. Eu tomo remédio todo dia por causa da dismorfia corporal e não vejo problema nisso. Tem gente que tem problema do coração e toma remédio todo dia, tem gente que tem diabete e toma remédio todo dia, pq eu não posso tomar remédio todo dia? Meu bem estar vai melhorar, vou conseguir viver melhor, vou conseguir me relacionar com as pessoas e com o mundo melhor, e o mais importante, vou conseguir me relacionar comigo mesma melhor. Se mesmo assim vc não quer tomar remédio, tente homeopatia, floral, alguma medicina/terapia alternativa.

Preciso fazer terapia?
É bom fazer. Vai ajudar muito a vc superar tudo isso. Vai aprender a rever seus conceitos. Suas opiniões pré formatadas e a mudar as suas verdades únicas que só existem pra vc e vc nem sabe. O tipo de terapia que eu recomendo (opinião minha) é a terapia cognitivo comportamental.

A terapia cognitivo comportamental é empregada para problemas tais como: dificuldades existenciais, mudanças de estilo de vida e até questões mais específicas como pânico, depressão, ansiedade, anorexia, obesidade, bulimia, obsessões e compulsões.

A terapia desenvolvida nesta abordagem acontece em conjunto com o paciente, onde o mesmo identifica, examina (auto-avalia) e corrige as distorções do pensamento que causam seu sofrimento emocional e tem como objetivo auxiliar o paciente na correção dos pensamentos distorcidos ou disfuncionais, para que o paciente se sinta melhor emocionalmente e para que se comporte de maneira mais produtiva na busca de suas metas.

O que mais preciso fazer?
Cada um precisa achar seu próprio caminho. Os profissionais podem te ajudar, mas o principal responsável pra sair disso é vc. Duas coisas que me ajudaram com a minha dismorfia corporal é a leitura. Eu tive que reaprender muita coisa sobre a beleza, auto imagem e auto estima. A listagem de livros que eu li, estou lendo e pretendo ler vc pode ver aqui. A outra coisa que eu fiz que ajudou muito foi enfrentar os meus medos. Se eu tinha medo de ir a uma festa pq as pessoas iam ficar me reparando, eu ia. Se eu tinha medo de ir a praia pq eu ia ser a única branca (chegam a tentar falar em inglês comigo achando que sou gringa), eu fecho o olho e vou. Se eu tinha vergonha de usar saia/vestido por causa da minha perna (branca e fina) eu vestia e ia. No começo não é confortável fazer essas coisas, mas a cada vez que vc faz o monstro fica menor e é muito bom vc poder fazer coisas rotineiras e normais sem ser um tormento. Ou até mesmo poder fazer coisas que antes vc não fazia por medo ou vergonha.

No mais, espero boa sorte pra cada pessoa que tiver dismorfia corporal e passar por aqui. Se vc acha que não há mais vida, há sim. Tenha fé, acredite, se empenhe em vc mesmo, tenha disciplina (como em tudo na vida) que devagar vc vai se reerguendo, vai saindo desse poço e vai conseguir seguir em frente. Se vc não consegue sozinho, busque ajuda de outra pessoa. Não tenha vergonha disso, feio é não pedir ajuda por orgulho. Deixe o orgulho de lado, o mais importante é a sua felicidade.

Solange

Transtorno Dismórfico Corporal explicado diferente

Achei um texto muito interessante explicando a dismorfia corporal num blog de um psicólogo de Porto Alegre, ele explica de uma forma diferente das que estamos acostumados a ler a respeito desse assunto. Gostei muito da forma que ele abordou os pontos da doença. Segue:

Este transtorno é incluso entre os transtornos hipocondríacos, e este boa parte das pessoas conhece, mas pensem que a hipocondria é um enfermidade mental em que há depressão e preocupação obsessiva com o próprio estado de saúde: O individuo, por efeito de sensações subjetivas, julga-se preso a condições péssimas (sendo na realidade inexistentes) e passa a procurar, permanentemente, tratamentos que, além de descabidos, são muitas vezes perigosos (medicações, intervenções cirúrgicas, etc).

Pois é, muitas pessoas acreditam que isso acontece na maioria nas mulheres, mas isso não é verídico. As proporções são iguais em homens e mulheres, sendo manifestados normalmente na terceira década de vida. O começo, alguns estudos demonstram que a clinicamente se dá na adolescência, época em que o indivíduo está mais preocupado de sua autoimagem na vida social.

Existem dois picos: Um na adolescência no inicio da idade adulta e outro, somente em mulheres, durante a menopausa.
É um transtorno crônico, intensidade variável, com oscilações e altos e baixos dos sintomas

Biológicamente falando, existe certa alteração na na fisiopatología da serotonina, ou seja certos remédios denominados inibidores da recaptação da serotonina são úteis no tratamento.  A serotonina atua mantendo idéias e pensamentos sob controle.

Seguimos a “saga de não cair na chatice”, mas afinal Cleber, que fatores psicológicos desencadeiam isso? Bom, meninas e meninos… Os ansiosos, perfecionistas, tristes, são mais suscetíveis de desenvolver este transtorno. Calma lá, quase todos nós somos ansiosos, muitos se acham perfecionistas e triste podemos ficar… Não vista os sintomas, por favor… A desproporcionalidade é a causadora. Algumas experiências emocionais vividas, principalmente na infância (em algumas épocas não sabiamos o que era Bullying, lembram), são de certo modo a origem de personalidades suscetíveis, com baixa auto estima, insegurança introversão, dificuldade de relacionamento interpessoal, pessoas tendentes à solidão, insociabilidade, introspeção e má adaptação à realidade exterior etc.

Sei que este tópico vai ficar “gigante”, mas lembrem-se que é apenas um resumo e estou tentando ao máximo, reduzir os temos, mas não podemos deixar de fora os fatores sociais e culturais, como: Apelos publicitários nos meios de comunicação que propagam a compra de cremes, loções, aparelhos para tornar o corpo esbelto. Os defeitos que são objeto de preocupação são diferentes dependendo do país e cultura, e isso nunca é recordado. O corpo da Brasileiro nunca será igual ao da Americana e muito menos da Chinesa, tomando a mulher como público-alvo, deste anúncios.

Fonte: Psicanálise Clínica

Batalha contra o espelho

Por Roberta de Medeiros

As cirurgias plásticas viraram uma obsessão do cantor americano Michael Jackson. As intervenções começaram em 84 e não pararam mais. Em uma entrevista concedida em 1993 à apresentadora americana Oprah Winfrey, o astro pop descreveu sua personalidade como perfeccionista e “nunca satisfeito com nada”, incluindo sua aparência.  Jackson não está sozinho. Afinal, quem nunca se sentiu insatisfeito diante do espelho ao menos por um dia? Mas há quem confira dimensões extremas à conhecida fábula do patinho feio e transforme o próprio corpo num verdadeiro campo de batalha. São pessoas que sofrem de uma desordem psicológica chamada transtorno dismórfico, que faz com que elas alimentem idéias irreais sobre a própria imagem corporal.

É o caso da engenheira química C., de 39 anos, que teve sérios problemas devido à excessiva preocupação com sua aparência física. Dizia que seu rosto se tornava flácido e que suas bochechas estavam prestes a desabar. Começou a se sentir insegura a ponto de não sair na rua sozinha. Deixou de dirigir, ficando a maior parte do tempo em casa. Passou a ter espasmos no rosto e deixou até mesmo de falar.

Exames clínicos, porém, não mostraram qualquer alteração na pele ou no tônus muscular do rosto de C., mulher jovem e de boa aparência. Ainda assim ela persistia em suas queixas quanto à face.

O distúrbio foi relatado pela primeira vez pelo psiquiatra italiano Enrico Morselli, em 1886. À época, foi descrito como um sentimento de feiúra ou defeito no qual a pessoa sente que é observada por outras, embora sua aparência esteja dentro dos limites da normalidade. Por isso, o distúrbio recebeu o nome de “hipocondria da beleza”. Somente nos Estados Unidos o distúrbio atingiria cerca de 5 milhões de pessoas ou 2% da população. “Trata-se de uma certeza, muitas vezes delirante, de que uma parte do corpo não está OK. Enquanto a pessoa que alucina, inventa  o mundo, o delirante vê o mundo com outros olhos”, compara o neurologista Edson Amâncio, autor do livro “O Homem que Fazia Chover”, da editora Barcarola. “Em geral, as queixas envolvem falhas imaginárias ou leves no rosto ou na cabeça, como acne, cicatrizes, rugas ou inchaço”, diz.

Dificuldades sociais e conjugais ocorrem com as pessoas que têm o transtorno, dependendo do grau de gravidade, a ponto de terem sua vida completamente desestruturada. “O prejuízo pode ser resultado do tempo que se gasta com a atenção ao corpo, em detrimento de outros aspectos da vida, quase sempre negligenciados”,  diz Amâncio.

“Quem sofre da doença se olha com freqüência no espelho ou em outras superfícies refletoras para checar a aparência, o que pode consumir muitas horas por dia numa atitude compulsiva bastante difícil de resistir”, diz o neurologista. Outros, ao contrário, esquivam-se de espelhos em uma tentativa não bem sucedida de diminuir o mal estar e a preocupação.

Camuflagem

As queixas de quem tem preocupação exagerada com o corpo, entretanto, são vagas. Muitas pessoas evitam descrever seus defeitos em detalhes, podendo se referir à sua “feiúra” em geral. Essas pessoas tentam camuflar seus defeitos imaginários com óculos escuros, bonés, luvas ou roupas. O psiquiatra e psicoteraupeuta Geraldo Possendoro, professor da Unifesp, lembra que a crença de que algo está errado com o corpo pode extrapolar todos os limites. “A pessoa pode se queixar que os poros do nariz estão muito abertos, por exemplo. Muitas vezes não há defeito algum ou defeito é supervalorizado pelo paciente”, diz Possendoro, para quem o problema muitas vezes está associado à baixa auto-estima.

Os indivíduos com esse transtorno freqüentemente pensam que os outros estão observando o seu “defeito”, o que pode levar a uma esquiva das situações sociais que, levada ao extremo, chega até ao isolamento social. “Esses pacientes com freqüência buscam e recebem tratamentos para a correção de seus defeitos imaginários, em uma peregrinação por diversos profissionais, principalmente cirurgiões plásticos, sem, no entanto, corrigir os supostos defeitos”, diz Possendoro.

Alguns especialistas chegam a questionar se a anorexia poderia ser um caso de dismorfia, já que os indivíduos supervalorizam o seu tamanho do seu corpo e se angustiam com seu defeito imaginado. Já Possendoro defende que o diagnóstico diferencial entre anorexia do transtorno dismórfico. “Na anorexia o paciente tem um daltonismo para o próprio corpo, ela se olha no espelho e se acha muito gorda. O aspecto mais importante do tratamento é fazer com que ela adquira a crença de que ela é daltônica de que ela não pode confiar na imagem que ela faz do próprio corpo”, explica. Ele lembra que o transtorno também não pode ser confundido com transexualismo, no qual a pessoa tem corpo de homem, mas sente-se uma mulher.

O tratamento inclui antidepressivos e psicoterapia. A literatura, no entanto, aponta a possibilidade do transtorno seja, na verdade, um delírio somático, isto uma crença irreal (e incorrigível pela argumentação) sobre o próprio corpo. “Nesse caso, o tratamento incluiria a administração de antipsicóticos associados a antidepressivos”, diz Possendoro.

“Quanto à história familiar, não existem dados que estabeleçam um padrão familiar claro do transtorno dismórfico corporal com outros transtornos psiquiátricos”, diz Amâncio.

Narcisismo

Para a psiquiatra Magda Vaissman, professora da UFRJ, transtornos de personalidade como narcisista, obsessivo-compulsivo e borderline podem predispor à dismorfia. “É muito frequente que o transtorno esteja associado ao narcisismo. São pessoas que estão mais preocupadas consigo do que com o outro, como o mito de Narciso, que se apaixonou pela própria imagem. Do ponto de vista psicanalítico, é um problema na elaboração do narcisismo primário. No complexo de Édipo, a criança sai do narcisismo parar ir ao encontro do outro. Mas isso pode não ser bem elaborado, dando origem à personalidade narcisista”, explica.

Em outros casos, a dismorfia está relacionada ao transtorno obsessivo compulsivo, no qual a pessoa se entrega a uma série de rituais de verificação do corpo marcas e cicatrizes para afastar um pensamento incômodo ou intrusivo. A diferença do paciente com TOC e relação àquele que sofre de dismorfia é que no primeiro caso ele está de convencido de que o pensamento intrusivo que leva à compulsão não é verdadeiro, embora não consiga se libertar, enquanto no segundo caso, a preocupação com o corpo é quase um delírio.  “O quadro pode se apresentar como uma compulsão, no qual a pessoa segue uma série de rituais ou pode ocorrer ao nível do pensamento, que são as obsessões”, analisa.

Ela lembra que a vigorexia, uma espécie de dependência por exercícios físicos associada ao culto à imagem, pode ser uma variante da dismorfia. “A pessoa nunca está satisfeita com o corpo, acha que pode perder massa muscular, mergulha numa rotina extenuante de exercícios e muitas vezes recorre aos anabolizantes para manter o tônus muscular”, diz Magda.

Cultura do belo

Uma entrevista feita com 162 homens e 184 mulheres feita pela divisão de psicologia do Hospital das Clínicas em São Paulo mostrou que 69% dos entrevistados passaram pelo menos uma hora por dia pensando que não têm uma boa imagem. Mas o que leva cada vez mais pessoas a um descontentamento tão grande com a própria imagem?

O transtorno pode ser reflexo de uma sociedade obsessivamente preocupada pela estética corporal, que vende corpos em outdoors. Essa mensagem é amplificada pelos meios de comunicação. “A nossa sociedade finge que transtorno não é um problema. Há um individualismo exacerbado, as pessoas vivem isoladas, as famílias são desestruturadas…A cultura do belo incentiva a competição, o indivíduo vive mergulhado numa sensação de fracasso, ele sente de que nunca vai chegar lá”,  afirma Magda.

“O problema é que a maioria das pessoas com dismorfia não procura atendimento psiquiátrico, já que a sociedade incentiva a cultura do belo”, analisa Magda. Outro motivo que afasta dismórficos dos consultórios é que muitos preferem se entregar ao bisturi. Pesquisa feita pelo Instituto InterScience, revelou que 90% das mulheres e 65% dos homens afirmam sonhar com mudanças no próprio corpo. Do total, 5% já tinham feito alguma plástica e 90% já faziam planos de realizar a segunda. Entre aqueles que nunca fizeram uma cirurgia plástica, 30% declararam que esperavam ter coragem para realizá-la.

Um estudo feito pelo Observatoire Cidil des Habitudes Alimentaires (Ocha) em um universo de mil mulheres revelou que 86% delas se dizem insatisfeitas com suas medidas. Apenas 14% alegaram estar satisfeitas com o próprio corpo. O Brasil é o segundo no ranking dos países que mais realizam cirurgias plásticas, metade delas puramente estéticas – 40% lipoaspiração, 30% mamas, 20% face. A maioria foi realizada em pessoas de 20 a 34 anos. O número de jovens que colocaram próteses para “turbinar” os seios aumentou 300% nos últimos dez anos.

E não adianta o familiar contrariar o paciente que sofre do transtorno. “Quando mais oposição se faz, mas se cria uma resistência por parte do paciente. O ideal é não incentiva-lo. O que a família pode fazer é mostrar que há outros prazeres na vida, que não o culto ao corpo, e fazê-lo entender que ele sofre de uma doença”, aconselha Magda.

Essas pessoas podem apresentar fortes ideações suicidas. 13% dos pacientes psiquiatricos britânicos apresentam o transtorno. 75% das pessoas com dismorfia não se casam ou se divorciam, 70% tem ideações suicidas e 25% realmente se suicidam. 20,7% das pessoas que fazem cirurgias de rinoplastia tem um possível diagnóstico de dismorfia corporal. Pesquisa feita pela Universidade de Utrech, na Holanda, mostra as mulheres que se submetem operações de implante mamário apresentam risco três vezes maior de cometer suicídio em relação às demais mulheres. 82,6/% das pessoas que sofrem o transtorno se sentem insatisfeitas com os resultados das cirurgias. Existe a crença de que a próxima intervenção será a última. E assim, entram num circuito no qual a insatisfação é cada vez maior. Muitos casos vão parar na Justiça.

O problema nos faz questionar sobre a ética no exercício do cirurgião plástico. “O cirurgião plástico deveria estar preparado para identificar a dismorfia. O ideal seria uma interação entre o cirurgião e o psiquiatra ou o psicoterapeuta. Muitas vezes o profissional faz a correção daquilo que é um grande incômodo para o paciente, e esse desconforto em relação à aparência se desloca para outra região do corpo”, observa Amâncio.

Transtornos obsessivos

Pacientes com transtornos obsessivos têm uma maior atividade em uma determinada região do cérebro, o córtex pré-frontal, o que os leva a ter a procedimentos de controle exagerados, como retornar a própria casa várias vezes para checar se o fogão ou o ferro de passar foram desligados. Ou seja, estão sempre em estado de alerta. Dos transtornos psiquiátricos, o que mais se assemelha em critérios diagnósticos com a fobia social é o transtorno dismórfico corporal. Em ambos, os pacientes apresentam ansiedade social elevada, esquiva de situações sociais e medo de crítica e comentários adversos sobre sua aparência. Isolamento social e falta de habilidade social geralmente estão presentes nos dois casos.

Heródutus

Transtorno dismórfico corporal é um novo nome para um velho transtorno. Ele tem sido descrito nas literaturas européia e japonesa por uma variedade de nomes. A primeira referência aparece na história de Herodutus, no mito da garota feia de Esparta, que era levada por sua enfermeira, todos os dias, ao templo para se livrar da sua falta de beleza e atrativos.

Neurose compulsiva

Emil Kraepelin (1856-1926), grande psiquiatra alemão, considerado o criados da moderna Psiquiatria devido às suas enormes contribuições científicas contidas ao longo das oito edições de seu Tratado de Psiquiatria, ocupou-se do tema dismorfia, introduzindo-o na oitava edição do “Tratado sob a Rubrica de Neurose Compulsiva”. Considerou a dismorfia como uma das formas clínicas da série de medos obsessivos que surgem do contato com outras pessoas. É desta forma que a dismorfia assemelha-se à timidez, ao medo de provas e à antropofobia, entre outros.

Homem dos Lobos

Entre os cacos clínicos publicados por Freud, o do paciente Serguéi Constantinovitch Pankejeff ficou conhecido como o “Homem dos Lobos”. Ele iniciou sua análise com Freud em 1910 e apresentava, entre outros sintomas, uma preocupação excessiva com a aparência de seu nariz. Antes de iniciar a análise com Freud, já havia feito vários tratamentos e se consultando também com os médicos Theodor Ziehen, de Berlim, e Emil Krapelein, de Munique. Esse histórico, com certeza, aumentou o interesse de Freud pelo caso, pois considerava esses dois importantes médicos como “rivais” de profissão.

Delírio somático

São formas de delírio em relação ao corpo.  Os mais comuns dizem respeito à convicção de que a pessoa tem deformações de certas partes do corpo.

Fonte: Psiqweb /G J Ballone

Critérios Diagnósticos Transtorno Dismórfico Corporal:

A. Preocupação com um ou mais defeitos ou falhas percebidas na aparência física que não são observáveis ou que parecem leves para os outros.
B. Em algum momento durante o curso do transtorno, o indivíduo executou comportamentos repetitivos (p. ex., verificar-se no espelho, arrumar-se excessivamente, beliscar a pele, buscar tranquilização)
ou atos mentais (p. ex., comparando sua aparência com a de outros) em resposta às
preocupações com a aparência.
C. A preocupação causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.
D. A preocupação com a aparência não é mais bem explicada por preocupações com a gordura ou o peso corporal em um indivíduo cujos sintomas satisfazem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar.

Fonte: Psiquê

Prevalência do TDC em pacientes dermatológicos (parte 3)

Para ler a primeira parte clique aqui.
Para ler a segunda parte clique aqui.

Segundo Phillips e Dufrense, nos últimos anos, o TDC deixou de ser um transtorno psiquiátrico negligenciado e está sendo mais bem reconhecido e compreendido. Trata-se de um transtorno grave, relativamente comum que, frequentemente, se apresenta aos profissionais de saúde mental e também a médicos não psiquiatras. Muitos pacientes sentem vergonha dos seus sintomas e não os relatam, mesmo que desejem que seu médico saiba de suas queixas com a aparência. Em média, o paciente procura tratamento específico após onze anos do aparecimento dos primeiros sintomas.
Provavelmente o TDC esteja sendo subestimado, pois poucos psiquiatras ou especialistas que fazem um primeiro contato com os pacientes com o TDC reconhecem essa condição. Em contraste, observa-se que os pacientes com o TDC consultam dermatologistas, cirurgiões, plásticos e outros profissionais com o objetivo de modificar sua aparência, mostrando-se insatisfeitos com os resultados e solicitando novas intervenções para a mesma queixa ou para uma área do corpo diferente, para a qual transferiram o foco das atenções. É da maior importância que esses profissionais conheçam os sintomas do TDC e investiguem especificamente esses sintomas. Os tratamentos cosméticos parecem ineficazes no TDC e podem oferecer riscos aos médicos que os executam, uma vez que os pacientes podem tornar-se agressivos e violentos com seus médicos. Além do mais, esses pacientes tem maiores taxas de ideação suicida e tentativas de suicídio, incluindo efetivas.
No Brasil, ainda não há estudos sobre a prevalência do TDC em população dermatológica. Segundo Fontenelle, apesar da importância em relação à aparência física observada na moderna sociedade brasileira, não existem investigações sistemáticas sobre o TDC no Brasil. Também parece não haver estudo publicado que tenha avaliado simultaneamente a prevalência, presença de comorbidades, gravidade dos sintomas e grau de juízo crítico do TDC em pacientes dermatológicos clínicos e cirúrgicos. Sendo assim este estudo se justifica na tentativa de preencher essas lacunas de conhecimento e investigar aspectos da fenomenologia das queixas com a imagem corporal nos pacientes com o TDC.

Quem quiser baixar a monografia completa clique aqui.

Abaixo segue o sumário da monografia.

1. Introdução
– Os tratamentos médicos cosméticos na atualidade
– Considerações sobre aspectos psicossociais
– A imagem corporal e a insatisfação
– Transtorno Dismórfico Corporal
– Clínica do Transtorno Dismórfico Corporal
– Prevalência do Transtorno Dismórfico Corporal
– Aspectos demográficos
– Etiologia
– Comorbidades
– Tratamento
– Justificativa do estudo

2. Objetivos e Hipóteses
– Objetivo geral
– Objetivos específicos e hipóteses

3. Casuística e Métodos
– Delineamento do estudo
– População
– Local de realização do estudo
– Amostra e amostragem
– Entrevistas
– Aspectos éticos
– Logística
– Treinamento dos entrevistadores
– Estimativa do Diagnóstico
– Avaliação da classe econômica
– Análise estatística dos dados

4. Resultados
– Características sócio-demográficas: perfil da amostra
– Rastreamento do Transtorno Dismórfico Corporal
– Histórico Médico
– Antecedentes psicossociais
– Diagnóstico do Transtorno Dismórfico Corporal após triagem da amostra
– Prevalência de Transtorno Dismórfico Corporal
– Características sócio-demográficas dos pacientes com o Transtorno Dismórfico Corporal
– Comorbidades
– Tratamentos psiquiátricos prévios
– Intensidade dos sintomas do Transtorno Dismórfico Corporal
– Nível de crença (Juízo crítico) sobre os sintomas do Transtorno Dismórfico Corporal
– Dimensões obsessivo-compulsivas associadas ao Transtorno Dismórfico Corporal
– Comparações entre pacientes com Transtorno Dismórcico Corporal e Transtorno Dismórfico Corporal associado ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo
– Tratamentos dermatolóticos cosméticos e cirúrgicos
– Fatores associados à gravidade do Transtorno Dismórfico Corporal ea o nível de crença (juízo crítico)
– Fatores associados à presença de Transtorno Obsessivo-Compulsivo

5. Discussão
– Características da amostra
– Rastreamento do Transtorno Dismórfico Corporal: considerações sobre as respostas às perguntas de triagem
– Histórico Médico
– Antecedentes psicossociais
– Diagnóstico do Transtorno Dismórfico Corporal após triagem da amostra
– Prevalência do Transtorno Dismórfico Corporal
– Características sócio-demográficas dos pacientes com o Transtorno Dismórfico Corporal
– Comorbidades
– Diagnósticos e tratamentos psiquiátricos prévios
– Intensidade dos sintomas do Transtorno Dismórfico Corporal
– Nível de crença (juizo crítico) sobre os sintomas do Transtorno Dismórfico Corporal
– Dimensões obsessivo-compulsivas associadas
– Comarações dos pacientes com Transtorno Dismórfico Corporal e Transtorno Dismórfico Corporal associado ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo
– Tratamentos dermatológicos cosméticos e cirúrgicos
– Fatores associados à gravidade do Transtorno Dismórfico Corporal e ao nível de crença (juízo crítico)
– Fatores associados à presença de Transtorno Obsessivo-Compulsivo
– Limitações deste estudo
– Perspectivas futuras

6. Conclusões
7. Anexos
8. Referências