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Achei essa foto navegando de bobeira na intenet. As vezes quando estamos tristes só queremos ficar trancados dentro de casa. Não queremos ver ninguém, não queremos fazer nada. Mas há tantas oportunidades de um dia melhor lá fora, da porta da sua casa pra lá. As vezes eu reluto muito com o que eu sinto mas me esforço e vou fazer alguma coisa na rua, dar uma caminhada sem pretensão, ir pra praia só pra ver um pouco de gente. Precisamos nos permitir de vez em quando, o resultado final é positivo. Eu pelo menos me sinto um pouco (mesmo que muito pouco) mais leve depois de ter saído um pouco de casa, um pouco das muralhas que eu mesma estipulei pra minha vida. Eu ainda não saí do meu momento logout de uns dias atrás, mas cada dia anda sendo um pouco menos incômodo pra mim. Vale a pena rever planos, sonhos e valores.

Por que você fica triste?

Olha, achei esse texto no meu navegador de tags e queria dividir com vcs. Porque por muitas vezes ficamos tristes com pequenas coisas, que nos dominam e em vez de refletir e amadurecer, acabamos por estagnar.

Por que você fica triste?

Quando estamos tristes nosso Eu reage nos colocando num estado introspectivo como mecanismo de autodefesa.
Porém como estamos acostumados a dramatizar as coisas, ficamos depressivos e desequilibrados, pois passamos à enxergar tudo por uma lente de aumento.
Então todos os problemas parecem se misturar e virar um enorme turbilhão em nossa vida.
Felicidade não é o resultado de um acontecimento único, mas uma somatória de pequenos e simples bem estares.
Assim como a tristeza é o oposto; é quando NÓS deixamos um monte de besteiras se amontoar.

O que não reparamos é que entramos nesse estado de introspecção justamente para saber aonde estamos errando… enxergamos as coisas muito maiores do que realmente são para podermos analisá-las de forma minuciosa.
Pois é bem óbvio que, se temos um problema é porque estamos fazendo algo errado.

E mesmo que este problema não foi criado por você, se está acontecendo em sua vida, é porque você precisa desenvolver alguma habilidade que tenha a ver com a solução dele.
Reclamar é uma fuga e faz você se tornar mais fraco, pois é uma atitude infantil.
Transcenda a visão que você tem sobre si próprio, o seu Eu vai além do que seus olhos podem ver.
Seja honesto para assumir que está com medo, mas seja corajoso para enfrentar e mudar aquilo que precisa mudar em você mesmo.
Fazer dramas é fácil; tenha certeza que você vai complicar ainda mais a situação, tudo que acontece em sua vida é porque você mesmo permite que aconteça, tenha certeza disso, e não aponte o dedo para coisas e pessoas.

Troque a culpa pela curiosidade, pergunte-se como e porquê.
Use a lente de aumento e descubra.

Aonde VOCÊ está errando?

Fonte: Os Conselheiros

Cu do cachorro

Hj to me sentindo o cu do cachorro. To achando meu cabelo horrivel, com corte feio e cor feia, to me achando muito branca (e realmente to), com uma espinha no queixo que não sai por nada!!!!! E não aconteceu nada diferente pra estar tão crítica a meu respeito hoje. Amanhã passa. Amanhã talvez não, mas daqui alguns dias passa. Não vou me achar bonita, mas não vou “me importar”.

Não aceitar a si próprio

Esse post eu considero como o mais importante até hoje. Recebo em média um email a cada 15 dias de alguém que tem transtorno dismórfico corporal. Alguns curtos, alguns loooooooongossssss. Alguns me adicionam no msn e vou mantendo contato. Tem um, em especial, que fica remoendo o TDC (transtorno dismórfico corporal) todo dia. Ele tem dismorfia há 6 anos e fica se lamentando que ninguém merece ter isso, que é muito ruim, e todas as variações possíveis. Ele trata a dismorfia como um inimigo mortal, que acompanha ele 24 horas. Ta certo que dismorfia é muito chato, mas quanto mais a gente bate de frente mais a gente se decepciona.

Com isso, quero postar o capítulo de um livro. O livro é sobre depressão e nosso eu interior em ligação com Deus (lado espiritual). Apesar do livro falar em “tratamento espiritual” nada tem a ver com espiritismo. Vou trocar a palavra depressão por tristeza ou dismorfia porque o recado que o autor quer passar serve para as duas coisas e nem todos os dismórficos são depressivos, mas com certeza todos os dismórficos possuem algum grau de tristeza. Espero mesmo que esse texto ajude você (dismórfico) a enxergar um pouco mais longe, a refletir e a tomar novas decisões e rumos na sua vida.


Livro: O tratamento espiritual da depressão
de Anselm Grün

Em um mundo em que praticamente tudo parece realizável, a alma reage com tristeza. Porque ela percebe que nem tudo depende da nossa vontade. Um outro motivo certamente são os exageros – não apenas de consumo, mas com relação à nossa autoimagem. Não podemos ser sempre o melhor, o mais belo, o mais inteligente. Precisamos nos conformar com a nossa medianidade.

 Cap 1
Não aceitar a si próprio

Pessoas dismórficas têm medo de serem rejeitadas pelos outros e, com isso, perderem-se completamente. Pessoas dismórficas têm dificuldades de aceitarem a si próprias. Consequentemente, sentem-se rejeitadas por todas as outras pessoas. Sua autoestima é baixa, e muitas vezes elas pensam que os outros não as valorizam ou não as levam a sério. Com frequência, isto gera um círculo vicioso. Quem não consegue se aceitar, desenvolve expectativas exageradas quanto ao apreço alheio. Com sua insaciável sede por reconhecimento, entretanto, estas pessoas acabam afastando aqueles que se esforçam por aceitá-los.

Elas atêm-se às  suas lamúrias sobre si mesmo e renegam cada passo próprio que poderiam dar. O primeiro passo seria aceitar a dismorfia e o fato de sofrer desta doença. Quem admite isso também cria coragem. Quem a abomina será sempre perseguido por ela. O poeta Christian Morgenstern descreveu de forma exemplar. Ele escreve: “Toda doença tem o seu sentido particular, porque toda doença é uma purificação. Existem explicações seguras para isto, mas as pessoas preferem ler a respeito de centenas e milhares de casos alheios, ao invés do seu próprio. Elas não querem aprender a ler os hieróglifos profundos de sua doença” (apud HELL, 1992: 224).
Daniel Hell acredita que a aceitação da própria dismorfia muitas vezes leve a uma clareza interior.

O poeta Theodore Roethke escreve “Em tempos escuros, o olho começa a ver (apud FAIRCHILD, 1991: 73). Quando o mundo externo se escurece para nós, voltamos os nossos olhares para dentro. E ali, por vezes, avistamos o segredo da existência. (…) É preciso que a pessoa aprenda a realizar por si só o que for capaz: a dar o passo para a vida e a aprovação de si própria com a sua doença. Ao invés de renegar a dismorfia, é preciso perguntar-lhe o que ela pretende nos dizer, o que ela está nos apontando. Quando a renegamos ela se fortalece cada vez mais. Ela se transforma num inimigo que nos domina.

O segundo passo consiste em estabelecer uma relação com a nossa dismorfia. Devemos como que colocá-la diante de nós, olhar para ela, questioná-la: O que quer me dizer? Que mensagens tem para mim? Quer chamar a minha atenção para quê? De que imagens própria eu deveria me despedir? De que posturas internas (perfeccionismo, querer ser bem visto em toda parte, sentir-se obrigado a atender a todas as expectativas) eu deveria abdicar?

O terceiro passo é o contato. Um bom caminho é escutar o corpo. No contexto do Focusing, portanto, eu posso sentir o interior do meu corpo e me perguntar. O que se revela por detrás deste sentimento?

É então preciso dar o quarto passo: Eu aceito a mim mesmo e minha dismorfia. Eu paro de me julgar por isso ou de me sentir inferior e desvalorizado. Eu me aceito do jeito que sou. Eu não desisto de mim mesmo. Eu percebo meu desânimo. Eu não o julgo. Eu me permito esta falta de vontade. Mas, ao mesmo tempo, eu lhe respondo e digo a mim mesmo: “Apesar do meu desânimo, sou capaz de dar o primeiro passo, e apenas hoje optar pela vida.

A fome olha para um pequeno pedaço de pão como um grande banquete.

Esse texto é um texto de tarot, mas o recado que passa é bom e com certeza se encaixa em alguma parte da sua vida. seja ela afetiva, profissional ou material.

Existem coisas que não servem para nós. Lutar por elas só atrapalha a caminhada que nos conduzirá ao encontro do que, realmente, poderemos chamar de felicidade. Existem coisas que a personalidade acredita ser fundamentais para uma vida feliz, mas a alma sabe que não possuem nenhum valor. A fome olha para um pequeno pedaço de pão como um grande banquete. Muitas vezes a vida nos tira, ou não nos dá, certas coisas para que possamos nos fortalecer e, enfim, poder receber o que de grande nos está destinado.

Passadinha rápida por aqui

Tenho até alguns materiais pra postar aqui no blog, mas como me mudei eu ainda não trouxe o meu computador desktop, só o netbook e esse material ficou lá. Assim que der vou postar. Por enquanto parei com a terapia e ainda não voltei no psiquiatra. Como minha vida anda meio corrida, o Citalopram que tava me fazendo falta por enquanto deu uma estabilizada. Mas quando eu for no psiquiatra eu vou pedir. Ele me faz sair maia. Quando to sem tomar ele eu só quero ficar trancada dentro de casa.

Que venha 2010!

Meu 2009 foi tão merda, que to até ansiosa por 2010. Pq pra 2010 ser melhor que 2009 é preciso muito pouco. E se ele for melhor, já to no lucro.

Chega uma hora na vida em que você descobre:
Quem interessa,
Quem nunca interessou,
Que não interessa mais….
E quem ainda vai interessar.
Portanto, não se preocupe com quem já fez parte do seu passado;
há um motivo para não estarem no seu futuro.