Iraniana teria feito mais de 50 plásticas para se parecer com Angelina Jolie

A iraniana Sahar Tabar tinha o sonho de se parecer com Angelina Jolie. Para isso, realizou 50 procedimentos estéticos. A nova aparência e a magreza e Sahar chamaram a atenção nas redes sociais.

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Em uma mensagem no Stories do perfil, Sahar nega ter feito mais de uma plástica e acusa os tabloides europeus e árabes que usaram suas fotos de mentirosos. Além disso, rebate a crítica de pessoas que passaram a segui-la e comentaram sobre as plásticas.

Bunda de Kim Kardashian

Semana passada deu o que falar desse assunto, né?  Após aparecer de biquíni em uma praia e exibir um corpo bem diferente daquele, que aparece nas revistas. As celulites do bumbum já fizeram Kim perder mais de 100 mil seguidores nas redes sociais.

WHO? Eu também não sabia quem era essa na fila do pão. Então perguntei pro Google:

Kimberly Kardashian West, nascida Kimberly Noel Kardashian, porém é mais conhecida como Kim Kardashian (Los Angeles, 21 de outubro de 1980) é uma personalidade de televisão, socialite, empresária, modelo, produtora, empresária, estilista, apresentadora e atriz americana.

Vamos ver as fotos tão comentadas então.

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Saiu uma reportagem no Domingo Espetacular sobre isso. Não sei até quando vai ficar no ar. Para assistir clique aqui.

Chegamos a conclusão que Kim é apenas gente como a gente. Que não existe corpo perfeito, que todo mundo tem o direito de ter o corpo que quiser, com celulite, com estria, com gordurinha, com sardas, etc e que isso não define o que somos.

A gente precisa começar a aprender que nossa felicidade não depende do corpo que temos. Claro que a gente sempre quer melhorar, mas a nossa vida não pode girar em torno só disso. Ao mesmo tempo, a mídia também precisa parar de impor essa beleza perfeita. Mas sabem quando a mídia vai parar? Nunca. Porque é isso que vende. Capa de revista com dieta de famosa que perdeu 5 kg vende. Maquiagem para a pele perfeita vende. Então a escolha de querer aderir a essa imposição depende de nós. Eu quero ser cobrada(o) por ter que ser perfeita(o)? Eu sou só a minha aparência ou eu sou um conjunto de características onde minha aparência é só uma parte de mim? Esse blog é sobre dismorfia corporal e enquanto você não aprender alguns pontos não vai superar a dismorfia:

1 – Não existe corpo perfeito.
2 – Não somos apenas nossa aparência. Somos um conjunto de características onde nossa aparência é uma parte do que somos. As outras características são: nosso caráter, nossos gostos, nossa essência, nossa personalidade, nosso eu único que ninguém mais é igual.
3 – Beleza é algo subjetivo. O que é subjetivo: “que pertence ao sujeito pensante e a seu íntimo. Pertinente a ou característico de um indivíduo; individual, pessoal, particular”. Ou seja, cada pessoa tem uma opinião do que é beleza. O que eu considero bonito não é a mesma coisa que você considera bonito, que não é a mesma coisa que seu amigo considera bonito, que não é a mesma coisa que seu vizinho considera bonito. Uma pessoa que eu  considero lindo(a) você pode dizer que não concorda e vice-versa. Alguém feio para uma pessoa é bonita para outra. Então, pra resumir todo esse item 3, não adianta você querer ser a pessoa perfeita porque nunca ninguém na vida é bonito aos olhos de todos. Nem Angelina Jolie, nem Gisele Bündchen, nem Brad Pitt, nem Cauã Reymond, etc etc etc, pense no ator/atriz mais lindo que você ache, não vai ser unanimidade todos acharem essa pessoa linda maravilhosa.

Pense nisso 😉

Obs: No menu do blog em “Posts mais importantes” tem outros posts que abordam o mesmo ponto de vista.

Tema beleza abordado no programa Amor e Sexo

De vez em quando assisto o programa Amor e Sexo e acabei assistindo um Episódio do programa que falava sobre Beleza. Achei interessante e vou por aqui as partes interessantes.

23 de fevereiro – Dudu Bertholini falou:

“O que é lindo que a Isabel falou é sobre se sentir gostosa. É muito mais sobre isso. Hoje a medicina estética avançou muito nas últimas décadas e tem essa ideia da juventude eterna mas isso é muito ruim porque isso reforça a ideia de que só é bonito o que é jovem. E na verdade você pode até ter mais rugas quando você ficar mais velho mas você tem muito mais segurança de quem você é, do seu elã, da sua personalidade e isso é que é ser bonito de verdade. É algo que vem de dentro.”

09 de de março – Dudu Bertholini falou:

“Cada vez mais a gente está quebrando esses padrões, essa ideia eurocêntrica da loira, alta, magra, de que isso é bonito. Hoje existe uma urgência por representatividade de belezas de diferentes cores, de diferentes raças, de diferentes gêneros e você entender que na verdade o padrão é muito cruel porque ele é muito aprendido. Então o incrível é a gente entender que a gente é bonito do jeito que a gente é, sendo a melhor versão de nós mesmos. Beleza é isso.”

09 de de março 

Fernanda Lima pede para Dudu Bertholini fazer um resumo sobre a beleza ao longo da história.

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Ele responde:

“Na Pré-História e na Pré-Grécia não existia o conceito do belo. O belo estava ligado a saúde. Portanto o homem forte e másculo ele era belo porque ele podia caçar e proteger a família. E a mulher de seios fartos e quadris largos representava a fertilidade porque ela podia alimentar e criar os seus filhos.

Beleza sempre foi antropológica, sempre mostrou valores culturais dos povos e diferentes lugares e tempos.

No oriente sempre foi bonito a beleza delicada então a mulher é pequena, se curva por respeito ao homem e tem os menores pés possíveis. No nosso mundo ocidental a primeira vez que alguém foi considerado belo é na Grécia Antiga quando filósofos e sábios criam pela primeira vez um padrão ideal de beleza que estava ligado a simetria. Os gregos acreditavam que ser bonito é ser simétrico.

Depois na idade média a beleza foi negada. Principalmente a feminina porque beleza era sinônimo de empoderamento. Então as mulheres tinham que se esconder por trás de roupas austeras, elas tinham que pintar os cabelos claros que isso instigava a fantasia dos homens. Olha que machismo absurdo.

No renascimento volta a beleza feminina Padrão Venus de Botticelli, de corpo curvilíneo, pele alva, bochecha rosada. Depois a gente tem repressão, liberdade.
No Século 19 as menores cinturas da história de 40 cm.
Ao longo do Século 20 a gente celebra a diversidade de estilos. Cada década tem um estilo que é muito representativo do seu tempo.
Nos anos 20 as mulheres usam cabelo como os dos homens e achatam os seios.
Nos anos 40 elas tem que ser naturais porque não pega bem ser vaidosa durante a segunda guerra.
Elas recuperam as curvas nos anos 50.
Nos anos 60 pela primeira vez beleza não está ligada a saúde porque aparece a Twiggy esquálida de magra provando que beleza pode ter outros tipos de sexualidade e de estilos.
De lá pra cá os padrões variam.
Mulheres curvilíneas nos anos 80. Mulheres magras e esquálidas nos anos 90. E no século 21 a gente celebra a diversidade de belezas. Não vale mais a pena seguir padrões mas sim representar diferentes cores, raças, gêneros e um mundo fluindo a favor da diferença. Essa é a beleza de hoje.”

E no último programa da temporada, é feito um reprise da Fernanda Lima falando sobre a ditadura da beleza. Não sei qual a data que passou a primeira vez.

fernanda_lima_unha“Essa unhas são maravilhosas, dão o maior efeito mas são de plástico. Olha só, tudo de mentira”

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“Os cílios, gostaram? São lindos né? Mas descolam, são cílios postiços, olha só”

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“E esse cabelo? Quem acha lindo? Tudo de mentira! Não acredite na capa de revista. Tem muito truque. Afinal, padrões de beleza mudam a cada estação então encare a moda como um mundo à seu serviço e não ao contrário. Crie, invente, fantasie, vista-se e dispa-se. Faça o seu próprio estilo e seja feliz.”

Fonte: Gshow

Alicia Keys diz que não vai usar mais maquiagem.

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Cantora escreveu carta e se disse ‘cansada de sempre ser julgada’.
‘Mulheres são manipuladas para quererem ser magras, sexy ou perfeitas’, diz.

Alicia Keys divulgou fotos sem maquiagem e escreveu uma carta em que justifica a escolha de aparecer com o rosto “limpo”: “Não quero mais me esconder. Nem minha cara, nem minha mente, nem minha alma”, escreveu a cantora.

“Antes de começar a fazer meu novo CD, escrevi uma lista com todas as coisas que eu não aguentava mais”, escreveu Alicia. “Uma delas é como as mulheres são manipuladas para acharem que sempre têm que ser magras, sensuais, desejáveis ou perfeitas”, completou.
O álbum citado por Alicia, ainda sem nome divulgado, já teve sua primeira música de trabalho lançada no início de maio, “In common”. É o primeiro single de Alicia Keys em quatro anos.
“Eu estava cansada do constante julgamento sobre as mulheres”, disse Alicia sobre a escolha de não usar mais maquiagem. Ela criticou a busca por ideais de “perfeição”: “Quando eu ensino a mim mesma que também posso ter defeitos é quando me torno bonita.”

Fonte: G1

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A preocupação era, para ela, ainda maior, pela condição de celebridade que a leva a ser fotografada e publicada mesmo que não queira – e isso a levava a diariamente se preocupar com sua aparência, baseada principalmente no que os outros pensariam dela. E é justo isso a que Alicia não quer mais se submeter.

“Não quero me cobrir mais. Nem meu rosto, nem minha mente, nem minha alma, nem meus pensamentos, nem meus sonhos, nem meus esforços, nem meu crescimento emocional. Nada”, ela finalize, concluindo a razão pela qual decidiu abandonar de vez os cosméticos.

Foi depois de posar para um ensaio sem maquiagem alguma que a epifania se deu para Alicia. “Me senti poderosa! Era o meu desejo inicial, de derrubar paredes, ouvir a mim mesma, ser eu mesma. Eu, real e crua”.

Ela diz esperar sim se tratar de uma revolução – a revolução de que ninguém precise mais se cobrir, se esconder, ser quem os outros querem que você seja. A revolução de se descobrir. E mesmo esteticamente o resultado é imbatível: Não há nada mais bonito do que estar natural, à vontade, real e feliz.

fotos: divulgação/Paola Kudacki

Fonte: Hypeness 

A luta de Daiana Garbin para aceitar o próprio corpo

Bonita, bem-sucedida, apaixonada. Motivos não faltavam para Daiana Garbin, ex-repórter da Rede Globo, se sentir realizada. Mas não era o que ela via no espelho. Depois de mais de 30 anos desejando um shape que não é o seu, ela recebeu o diagnóstico de dismorfia corporal, uma das doenças da beleza, que já atingem 30% das brasileiras

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Eu achava que tinha apenas uma preocupação excessiva com o corpo. Considerava até meu sentimento fútil, bobo. Um ano atrás, retomei a terapia e minha psicóloga me deu o diagnóstico de uma doença de que eu nunca tinha ouvido falar: dismorfia corporal, ou síndrome da distorção da imagem. Procurei ajuda especializada porque o sofrimento estava muito grande, mas não pensava que uma doença psiquiátrica estava por trás do que me incomodou a vida inteira. Em choque, decidi que era hora de parar de sofrer calada. Foi assim que surgiu, há um mês, o canal do YouTube Eu Vejo, para dar apoio a mulheres que, como eu, também querem fazer as pazes com suas formas.
A insatisfação – na verdade, a raiva – que tenho do meu corpo vem lá da infância. Me lembro do dia em que chorei pela primeira vez por ser a mais gordinha do grupo: foi na aula de balé, aos 5 anos. Vestida de collant azul, eu era barrigudinha, enquanto via as outras meninas magras, com o corpo longilíneo com o qual eu desejava ter nascido. Aos 12 anos, a professora de educação física do colégio mediu e pesou todos os alunos da turma. Eu, que já tinha 1,67 m, era a mais alta. Adivinhe quem também era a mais pesada… Os 60 quilos cravados na balança eram proporcionais à minha altura, mas na minha cabeça só registrei uma coisa: eu era a gorda da galera. Na adolescência, a angústia aumentou. Quando queria sair, eu colocava abaixo todo o guarda-roupa para acabar vestindo calça jeans e camisa preta, meu ‘uniforme’ até hoje. Muitas vezes, não gostava de nada e desistia. Ficava em casa chorando.
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Nessa época, forcei distúrbios alimentares: entrava em blogs para aprender a ser anoréxica e cheguei a tentar induzir o vômito. Graças a Deus, não fui bem-sucedida em nenhum desses planos. Mas, como queria ser mais magra de qualquer jeito, comecei a tomar escondido remédios para perder peso. Desejava conquistar o corpo de uma modelo, achava chique ter os ossos do ombro e da bacia aparentes. Só o que consegui foi uma depressão.
Dietas malucas viraram parte da minha rotina. Já passei um dia inteiro com apenas uma maçã – desmaiei. Tentei todas as fórmulas para emagrecer. Como nenhuma dessas atitudes extremas funcionava, aos 20 anos me submeti à minha primeira lipoaspiração (depois, ainda faria mais duas). Hoje sei que um dos sintomas da dismorfia corporal é que você acha que o cirurgião plástico vai resolver seu problema. Eu tinha certeza de que, depois da lipo, ia amar meu corpo. Não adiantou nada. E o pior é que o pós-operatório é muito sofrido. Nas horas de dor, eu pensava: ‘O que estou fazendo comigo?’
Ironicamente, escolhi uma profissão que me levou à frente das câmeras. Amo muito meu trabalho e, admito, me sentia protegida porque repórter costuma aparecer só da cintura para cima. Mas sempre me questionei: como posso ter vergonha do meu corpo no espelho se me exponho para milhões de pessoas? Nossa mente é muito maluca e, às vezes, os sentimentos não têm lógica. Acho importante dizer isso porque algumas pessoas podem pensar ‘Nossa, como ela é infeliz’, e não é assim. Amo minha vida e sou agradecida por tudo que tenho. O problema é quando fico cara a cara com o espelho.

Fonte: M de mulher

Rayza Nicacio tem orelha torta?

Eu tava vendo tv e a Youtuber Rayza Nicacio estava dando dicas sobre cabelo e penteados. Foi quando eu reparei na orelha dela que é um pouco diferente, caidinha na parte de cima. Quem quiser pode dizer que a orelha dela é torta, já que tudo na aparência das pessoas tem que seguir um padrão imposto pela ditadura da beleza, não é?

Agora pergunte pra Rayza se ela se importa. Eu acho que ela não se importa, não ta nem aí pra hora do Brasil, senão ela tentaria esconder a orelha a qualquer custo e não é isso que pareceu na tv ou nos vídeos do Youtube do canal dela (procure pelo nome dela no youtube que você encontra), ou já teria feito uma plástica.

Não conheço a Rayza mas parece uma pessoa muito feliz e de bem com a vida e com a própria aparência e auto imagem. Então, que vocês usem a Rayza como fonte inspiradora pra vocês, como um mantra de vida e liguem o foda-se para os outros (clique no “foda-se” ali para ler o outro post).

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Foto que peguei da Rayza Nicacio em um vídeo dela pra ilustrar o post.

Jennifer Aniston sofre a ditadura da beleza

Jennifer Aniston que está com 47 anos e está com o corpo melhor que eu andou sofrendo há pouco tempo a cobrança da ditadura da beleza. Um site publicou na capa que finalmente Jennifer estaria gráfica. sqn. Jennifer apenas estava com uma barriguinha que se adquire com o tempo, de pessoas normais, de pessoas que comem e envelhecem como qualquer outra. Veja as fotos:

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Jennifer Aniston escreveu um artigo em que critica o “absurdo e inquietante” escrutínio ao qual a mídia submete as mulheres.
“Eu não estou grávida. O que estou é farta”, escreveu em um blog para o Huffington Post. “Estou farta do escrutínio feito quase por esporte e dessa exigência com o corpo dos outros feito com a desculpa do jornalismo, da Primeira Emenda e das notícias de celebridade.”

No blog, a atriz acrescentou: “Todos os dias, meu marido e eu somos assediados por dezenas de fotógrafos em frente a nossa casa que fazem qualquer coisa para conseguir qualquer tipo de foto.”
“Quero focar no contexto, no que essa cultura insana dos tabloides representa para todos nós. A objetificação e o escrutínio pelo qual fazemos as mulheres passarem é absurdo e inquietante. A forma como sou retratada pela mídia é simplesmente um reflexo de como nós vemos e retratamos as mulheres em geral, todas medidas por um padrão de beleza torto. Somos nós quem temos que decidir, por nós mesmas, o que é bonito quando o assunto é nosso corpo. A decisão é nossa, e só nossa. Vamos tomar essa decisão por nós mesmas e pela jovens mulheres neste mundo que nós veem como exemplo.”

“Fico chateada por quererem fazer eu me sentir ‘menor’ porque meu corpo está mudando e/ou porque comi um hambúrguer no almoço e fui fotografada por um ângulo estranho, e por isso ser considerada ou ‘grávida’ ou ‘gorda’.”

Já fiz algumas postagens aqui no grupo sobre esse mesmo tema, três postagens que considero muito importantes são:

Foda-se
Foda-se os outros, bora ser feliz
Gordinhas na praia

A merda que Jocelyn Wildenstein fez

Não há como pensar em dismorfia corporal sem pensar em Jocelyn Wildenstein.

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Jocelyn Wildenstein é uma rica socialite que gastou cerca de US$ 4 milhões fazendo plásticas. A ideia era ficar jovem para sempre para seu marido, o bilionário Alec N. Wildenstein. Entre as intervenções cirúrgicas estão: 7 facelifts, reconstrução dos olhos, injeções de colágeno nos lábios, bochechas e queixo. Veja como ela era antes das plasticas:

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Ela antes de depois das plásticas.

Mais fotos:

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Outras fotos dela. Gente, tem muita foto bizarra dela no Google Imagens.

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Jocelyn Wildenstein Takes Off

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jocelyn_wildenstein_01Update: Foto dela de 2015.

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Melhor seria se não tivesse feito a merda.

É melhor você chorar por achar que tem um rosto feio e depois descobrir que é bonita, do que chorar por achar um rosto feio e depois continuar chorando por ver a merda que fez com tantas plásticas.

Vamos pensar bem antes de querer encarar a mesa da cirurgia plástica e achar que é a solução dos nossos problemas. Terapia ajuda muito a gente não fazer merda. Vamos levar a sério o que tem que ser resolvido. O problema é interno e não externo. Não sou contra as cirurgias plásticas, mas elas precisam ser conscientes, saudáveis e não o motivo da nossa felicidade.

Veja outros casos de dismorfia corporal clicando aqui.

Miss Brasil é o caralho!

Esse sábado temos o concurso de beleza Miss Brasil. Quem é o autor das regras de beleza do mundo? Quem decidiu que tem que ter 90 cm de quadril? 60 cm de cintura? Ter mais de 1.70 de altura? E pra entrar nesse tal “padrão de beleza” elas entram na sala de cirurgia e passam pelo bisturí quantas vezes for preciso. O que importa é alcançar esse título. Sua beleza é sua maior qualidade? Que merda hein?

Achei em um blog dois comentários sobre o Miss Brasil, são eles:

“tenho tudo para mim tornar uma miss mais só que é muito concorrido, e se torna muito dificil.” e “oie quero ser miss brasiu muto obrigada xau bjos”. Então comecem estudando ok? Porque para ganhar o Miss Brasil também é preciso mostrar inteligência e personalidade para os jurados.

O negócio é que esses concursos de beleza “Miss Brasil”, “Menina Fantástica”, “Musa do Brasileirão” etc estipulam um padrão de beleza que não serve pra nada. Ah, serve sim. Serve pra criar pessoas frustradas, que acreditam que por não ter o mesmo padrão dos concursos não são bonitas. A Preta Gil (como muitas outras mulheres) não poderia participar de nenhum desses concurso de beleza porque ela não tem as medidas que consta no regulamento desses concursos. Quem fez essa merda de regulamento? Não sei, algum infeliz (que pode ser várias pessoas e não apenas uma). O fato é que a Preta Gil (ou outra mulher) não deixa de ser bonita porque não tem as medidas (ou o padrão) dos concursos de beleza. Ela tem a sua particularidade, suas características que a fazem uma mulher bonita. Isso inclui a sua personalidade, que todos nós conhecemos e sabemos que é uma personalidade forte. Ela fala o que pensa, ela defende sua opinião, ela expõe seus pensamentos independente do que outras pessoas achem. E isso é um pedaço dela. Se ela tivesse outra personalidade, ela não seria a Preta Gil.

Não importa se você tem 1.60m, se você tem um pneuzinho, uma barriga que não é chapada, se tem sardas, se é branca, preta, azul. Cada um tem sua beleza. O que é bonito pra mim não é bonito pra você, não da pra comparar, não da pra estipular, não da pra mensurar. Não há uma tabela dizendo que isso é bonito e aquilo é feio. Existir até deve existir, mas quem é que tem autoridade pra criar uma coisa dessa? Se eu quiser eu crio o meu padrão de beleza e digo que o meu padrão é o que ta valendo. Quem é que tem autoridade pra dizer se você é bonito ou não? Pense nisso. 😉

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