O problema é a imagem que você vê nos olhos de sua mente.

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Esse é o trecho de um dos livros que indico pra quem tem dismorfia corporal. Livro “Meu Corpo, Meu Espelho” autora Rita Freedman. Das pessoas que já entraram em contato comigo dizendo sofrer pela dismorfia corporal e que eu vi a foto, nenhuma tinha uma fisionomia que eu considerasse feia. E é isso que está no texto do livro que precisamos entender. A imagem que vemos é resultado do que o nosso cérebro enxerga. O nosso olho é a ferramenta do nosso corpo para ver mas o nosso cérebro que recebe e lê essa informação. Se seu cérebro está com um problema (transtorno) para ler essa informação, a leitura vai sair errada. Se você sofreu bullying ou qualquer tipo de diminuição ou rejeição na sua vida pode ter causado um dano lá no seu cérebro (no seu psicológico) e fez com que mudasse a forma que você se vê. Por isso é importante o tratamento, a terapia, a leitura, a informação e a correção disso dentro de você para que você volte a se ver da forma como você realmente é.

Não acredite nas revistas

Aqui, quero reunir edições de imagens publicitárias para que vocês entendam que não é possível acreditar em fotos publicitária e fotos de revistas. E muitas vezes nem nas fotos dos seus amigos do Facebook é possível acreditar pois podem ter edições também. Agora que com qualquer aplicativo de celular tem filtro pra foto então meus amigos, temos que ser mais céticos. Não podemos ser ingênuos quanto a isso, porque aquela pele linda, lisa, sem olheira, sem mancha ou espinhas que você vê por aí em sites e revistas É MENTIRA. Um grande passo para você entender que você é bonita/bonito é que essas imagens são MANIPULADAS para MANIPULAR as pessoas a respeito da verdade sobre aquela foto.

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Para ler o post sobre a Christiane Torloni clique aqui.

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Não torne as coisas eternas

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Eu recebo vários emails e 90% deles giram em torno que preciso esclarecer aqui. A Os emails que eu recebo contam suas histórias de sofrimento por conta de como essas pessoas se enxergam e como acreditam que é sua aparência e a maioria deles possuem o início disso tudo em algum momento do passado onde alguém falou algo a respeito delas (bullying ou qualquer outro tipo de comentário).

Minha primeira observação sobre isso é o seguinte: Existem pessoas más no mundo que vão nos inferiorizar e vão gostar de fazer isso. Essas pessoas se sentem bem humilhando, ridicularizando ou seja que tipo de atitude má que vão fazer. O que não se pode fazer é aceitar o que as pessoas falam como verdade. Eu digo isso porque eu fiz isso por muito tempo da minha vida. Como já contei aqui no blog, o meu transtorno dismórfico corporal começou na infância quando eu tinha apenas 5 anos de idade quando o amigo do meu irmão me chamava de feia (ele tinha 15 anos) e ria porque eu chorava. Pra ele era uma brincadeira, pra mim era uma tortura e isso prejudicou muito minha auto estima e a minha segurança conforme eu ia crescendo. No colégio veio a fase de bullying me chamando de saracura, girafa, olho esbugalhado e tantas outras coisas que muitos adolescentes também passam. Vou por aqui algumas fotos minhas da minha adolescência.

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Acima eu com 13 anos, ainda crescendo. Eu era muito feia, magrela, sem curvas que outras meninas da minha idade já iam tendo. Eu usava aparelho, uma franja toda torta. Vocês vão olhar a foto e dizer “Está normal para uma adolescente passando por transformação” mas eu me via nessa época como um E.T.

O que não podemos é pegar uma época “ruim” da nossa vida, tomar como verdade o que falaram de nós e e eternizar ela que o resto da nossa vida vai ser assim. A vida e o mundo estão em constante transformação. Você não é mais o mesmo de hoje e não é o mesmo de amanhã. Essa imagem do começo da postagem “Não tornar as coisas eternas” foi uma tarefa que minha psicóloga deixou pra mim pois quando eu tinha um problema na minha vida eu eternizava aquele momento como se aquilo nunca mais fosse acabar. E tudo acaba uma hora. Eternizar momentos é o que acontece com os suicidas. Eles acham que o que estão passando não vai ter fim e por isso se matam.

Eu cresci e com cerca de 15 anos eu tinha crescido e não gostava da minha altura. Comecei a andar arcada (ainda ando e tento corrigir isso) e as fotos daquela época mostram como eu me curvava para tentar ser menor.

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Os anos foram se passando, descobri que meu sofrimento tinha nome (transtorno dismórfico corporal) e comecei a tratar. Consegui resolver isso na minha vida e hoje não tenho mais. Tem dias que me acho feia, tem dias que não quero que batam foto de mim, mas sei que isso é normal de qualquer ser humano porque não somos robôs. Só que apesar de me sentir as vezes assim isso não me faz sofrer e me aceito como eu sou e sei que sou um conjunto de características e que vão ter pessoas que vão gostar de mim assim e vão ter pessoas que vão me achar feia também porque isso é questão de gosto de cada um e não tem nada a ver com o meu valor.

Não me acho muito bonita em fotos sem maquiagem mas sei que a maioria das pessoas também ficam assim e que uma maquiagem, um pose bem feita e um filtro na foto ajudam muito e olhamos fotos dos outros e achamos que somos a escória da sociedade.

A gente se olha no espelho e queria ser igual a outra pessoa que é bonita e não percebe que uma iluminação boa, um ângulo bom e acima de tudo UMA BOA AUTO ESTIMA faz qualquer foto ficar boa. E para as mulheres a maquiagem ainda ajuda. Vou usar minhas fotos como exemplo:

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Não to nenhuma modelo né. Mas se arrumar o cabelo, passar uma maquiagem, colocar uma roupa legal, por um sorriso no rosto já ajuda. Como vemos nas fotos abaixo:

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Claro que arrumada ta mais bonita mas também não tem nada de errado comigo sem maquiagem. E também não tem nada de errado com você do jeito que você é. Só que quando temos o transtorno dismórfico corporal nós nos vemos diferente. Você estudou na escola que o olho é a “ferramenta” que nos faz ver mas quem lê essa informação é o cérebro. Se o cérebro está com problema, ele vai ler essa informação errada. Que é o que faz você se ver de forma diferente do que você é.

Como eu me via:

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Isso foi uma ilustração que eu fiz pra mostrar pra minha psicóloga na época que eu fazia terapia pra ela entender como eu me via. Porque eu achava que eu explicava pra ela mas ela não entendia o grau de como eu me via. Você pode ver que todas as características que eu coloquei na foto eu tinha, como olhos grandes, sardas, olheiras, dente torto (na época era bem pouquinho, depois arrumei) e papada. Mas que essas características não me fazem essa aberração que está nessa última foto. É isso que acontece com você. Se você não gosta de algo no seu corpo usando uma escala de 0 a 10 onde 0 é bonito e 10 é horrível. Você vai considerar seu “defeito” na escala 10 e as pessoas vão considerar 0 ou 2, por exemplo. Vai ser algo muito imperceptível, insignificante. É isso que vocês precisam entender que a dismorfia corporal vai colocar muita gravidade em algo normal.

Outra observação que quero fazer é que não podemos dar o poder para ninguém decidir pela nossa vida. É como Fábio Junior canta “Nem por você, nem por ninguém, eu me desfaço dos meus planos. Quero saber bem mais que os meus vinte e poucos anos.” Quem decide pela sua vida é você, oras! E se eu decido que sou interessante sim, que tenho qualidades sim, que pessoas se interessam por mim isso vai acontecer porque isso é uma verdade para mim e então eu fico aberto a novas oportunidades na minha vida. Enquanto eu disser que sou feio, que não sou interessante todas as portas estão fechadas. Não ache que alguém vai te amar se nem você mesmo se ama.

Tenho outras coisas pra postar sobre ditadura da beleza, que é de um perfil do Instagram chamado @mbottan. Quem quiser da uma olhada lá nas fotos e nos textos que ela posta, mas depois vou fazer um post só sobre as postagens dela (com os prints do perfil dela). Por enquanto esse post já tem muita coisa pra ler.

“Admito que é inata em nós a estima pelo próprio corpo, admito que temos o dever de cuidar dele. Não nego que devamos dar-lhe atenção, mas nego que devamos ser seus escravos. Será escravo de muitos quem for escravo do próprio corpo, quem temer por ele em demasia, quem tudo fizer em função dele. Devemos proceder não como quem vive no interesse do corpo, mas simplesmente como quem não pode viver sem ele. Um excessivo interesse pelo corpo inquieta-nos com temores, carrega-nos de apreensões, expõe-nos aos insultos; o bem moral torna-se desprezível para aqueles que amam em excesso o corpo.” Sêneca (filósofo, Séc. I)

Reparar no que ninguém mais repara

Recebo emails de pessoas que fizeram cirurgia no nariz e não ficou como queriam. Como recebo emails e o comentários no blog de pessoas insatisfeitas e infelizes por causa do olho, da altura, etc.

Você não é só nariz (ou o que quer que te incomode) e provavelmente as pessoas do seu convívio nem reparam no que você repara. Eu tenho uma amigona minha que já conheço há quase 20 anos e e ano passado a gente conversando sobre plástica, mas de forma descompromissada e ela falou “eu quando puder quero fazer do meu nariz”. Então eu pensei “o que? nariz? mas o nariz dela não tem nada de errado”. Então fui nas fotos dela do Facebook ver e reparei então que ela olhava pro nariz dela de um jeito diferente do que as outras pessoas. E eu em quase 20 anos nunca reparei. Eu que fui sempre tão preocupada com a simetria, com a perfeição, com os defeitos, nunca reparei no nariz dela. E é assim que acontece com as pessoas ao nosso redor e com nós. Repararmos em coisas que não tem a proporção que pensamos ter e as pessoas ao nosso redor nem sequer um dia notaram.E porquê? Porque ela não é só nariz. Ela é um conjunto de características físicas onde uma delas é o nariz. E além das características físicas ela também tem outras características internas que fazem ser o que ela é.

Temos que tentar ser mais leves com a gente. Não nos cobrarmos tanto e dar importância para outras coisas da nossa vida, como fazer as coisas que gostamos, estar perto de quem gostamos de estar e assim por diante. Ficar pensando nesses detalhes (porque são detalhes) acabam fazendo a gente deixar a vida passar enquanto estamos na frente de um espelho.

Garota irlandesa comete suicídio por estar insatisfeita com seu corpo

As pessoas em geral acham que se achar feia é uma coisa banal, tola e não dão importância. Quando uma criança de 11 anos se mata por estar insatisfeita com a própria aparência é que vemos a proporção que isso tem.

Dois meses antes da trágica noite, a garota postou uma foto no Instagram comentando que queria morrer em um dia específico

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“Meninas bonitas não comem”. Essa foi a frase escrita por Milly Tuomey, de apenas 11 anos, que tentou suicídio e foi encontrada pela família minutos após o jantar em estado crítico no seu quarto. A menina foi socorrida para o hospital Our Lady’s Children’s Hospital, em Dublin, na Irlanda, mas não resistiu.

Quase dois anos depois do ocorrido, a polícia irlandesa deu como encerrado o caso, nesta sexta-feira (1), apontando como suicídio. De acordo com os investigadores, Milly já dava indícios de que ia tentar se matar e estava insatisfeita com seu próprio corpo.

Dois meses antes da trágica noite, a garota postou uma foto no Instagram comentando que queria morrer em um dia específico. A família e a escola tomaram conhecimento da situação e a encaminharam ao psquiatra, que prescreveu remédios e terapia. “Ficamos aterrorizados. Não tínhamos nenhuma experiência nem sabíamos o que fazer”, contou a mãe da criança à polícia, segundo o jornal The Sun.
O Inquérito também revelou que a criança mantinha um diário debaixo da cama, que contava sua vontade de morrer. A família estava ciente do comportamento de Milly.

No dia 1º de janeiro de 2016, a garota comentou estar entediada e decidiu ir para o quarto. Logo depois, foi encontrada quase morta. A investigadora aproveitou para dizer que “anos atrás isso seria inimaginável. Agora, o suicídio está aumentando em crianças”.

Fiona e Tim Tuomey, os pais da menina, não foram considerados culpados pelas autoridades porque seguiram todos os procedimentos recomendados.

O episódio de Milly serve para alertar os pais e educadores sobre a necessidade de políticas para a prevenção do suicídio entre jovens.

Iraniana teria feito mais de 50 plásticas para se parecer com Angelina Jolie

A iraniana Sahar Tabar tinha o sonho de se parecer com Angelina Jolie. Para isso, realizou 50 procedimentos estéticos. A nova aparência e a magreza e Sahar chamaram a atenção nas redes sociais.

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Em uma mensagem no Stories do perfil, Sahar nega ter feito mais de uma plástica e acusa os tabloides europeus e árabes que usaram suas fotos de mentirosos. Além disso, rebate a crítica de pessoas que passaram a segui-la e comentaram sobre as plásticas.

Aceitar o próprio corpo e ser feliz; conheça os movimentos que lutam contra a ditadura da beleza

Alguns movimentos contra a imposição de padrões estéticos ganham força a cada dia. O lema é aceitar o próprio corpo e ser feliz. São mulheres e homens que optam por assumir gordurinhas e imperfeições, com muito orgulho. Mirian Bottan faz parte desses movimentos. Ela é jornalista, tem 30 anos e não está preocupada com a ditadura da beleza. Ela se tornou popular nas redes sociais ao publicar fotos em que não esconde as gordurinhas e estrias. Em pouco menos de seis meses, atingiu mais de 200 mil seguidores.

aceitar_o_proprio_corpoCLIQUE NO LINK PARA ASSISTIR

http://noticias.r7.com/domingo-espetacular/videos/aceitar-o-proprio-corpo-e-ser-feliz-conheca-os-movimentos-que-lutam-contra-a-ditadura-da-beleza-10092017

Beleza é uma questão subjetiva

Eu comecei a responder um comentário que deixaram aqui no blog e acho que deveria virar um post. Então estou colando ele aqui e vou complementar mais algumas coisas. O assunto em questão é quem tem dismorfia corporal (homem ou mulher) e:
– sofreu bullying quando criança/adolescente (não é obrigatório);
– se considera muito feio e sem conserto;
– acha que as pessoas estão mentindo quando dizem que você é bonito.

Minha opinião é a seguinte:

Eu também sofri muito bullying na infância e adolescência e nem por isso sou anormal. E os outros leitores do blog que já entraram em contato comigo e me mostraram foto eram pessoas normais e que eu considero pessoas bonitas. O problema é que ficamos tão abitolados na nossa verdade (de que somos deformados de tão feios) que não cogitamos a possibilidade de haver outras óticas, outras percepções sobre isso. Então a gente nem aceita que as outras pessoas pensem diferente de nós, porque nós que temos a verdade absoluta e não há chance de isso mudar.

Então estamos fadados a morrer nos considerando a pessoa mais feia do mundo. Vamos nos permitir ser um pouco flexíveis e nos dar a oportunidade de poder ver as coisas também por outro ângulo, de avaliar as coisa por outro lado também, e perceber que talvez aquela pessoa que nos falou que nos acha bonita realmente ache isso. Qual a vantagem de uma pessoa elogiar a sua aparência sem achar isso de verdade? Se você não perguntou nada e a pessoa te elogiou, não faz sentido achar que ela está fazendo isso por sacanagem/mentira. Vamos pelo menos levar em consideração as pessoas do seu convívio, que não tem nada a ganhar com isso. Ninguém faz esse tipo de “caridade”.

Vamos nos permitir fazer uma terapia e refletir sobre nossos pensamentos. Vamos nos permitir ler livros sobre assuntos relacionados a tudo isso. Vamos abrir nossa mente e vamos nos permitir ter novas experiências, novas atitudes. É como uma frase que diz “Se você continuar tendo as mesmas atitudes que sempre teve, vai continuar obtendo os mesmos resultados que sempre obteve.”. O que você quer para a sua vida? Você quer sofrer para o resto da vida ou quer ter novas atitudes e ter uma vida mais feliz? A vida muda quando você muda.

A dismorfia corporal tem cura. Muitos profissionais dizem que não há cura, que só há um controle. Eu não concordo. Eu tive dismorfia desde criança mas até esse assunto ser de conhecimento dos psicólogos passei por alguns no decorrer da vida e a terapia não chegava a lugar nenhum porque o psicólogo não sabia o que eu tinha e me tratava somente como uma insatisfação da minha aparência. Só fui diagnosticada com dismorfia por psicólogo e psiquiatra aos 27 anos quando minha vida afundou numa depressão séria por conta disso tudo que eu sentia e não sabia o que era. Então com o diagnóstico consegui ter um rumo e comecei o tratamento com terapia, com remédio para sair da depressão e a leitura de muitos livros (os nomes dos livros estão no menu do blog, em “livros”). E desde 2012 eu não tenho mais nenhum sintoma de dismorfia corporal. Já são 5 anos assim e a cada ano é um ano a mais para essa conta. Só quem sai da dismorfia sabe o peso que tiramos das nossas costas, de poder sair na rua sem preocupação do que estão achando de nós. E eu não sou a única que não tem mais dismorfia.

O Robert que era leitor aqui do blog também não tem mais dismorfia há anos. Antes de ele superar isso ele deixou um depoimento pra nós aqui no blog. Clique aqui para ler. Outro dia eu tentei entrar em contato com ele, se ele queria escrever um relato sobre a superação da dismorfia dele e ele me falou que como foi uma fase difícil da vida dele, ele quer deixar isso pra trás e não lembrar mais disso. Mas ele também está aí, a prova viva de que da para sair disso sim.

Eu saio que nem uma mendiga na rua e não me importo. Eu não deixo de ir a nenhum lugar por causa da minha aparência e nem sofro por isso. Hoje me considero uma pessoa normal e sei que minha beleza é única, singular, e que vão existir pessoas que me acham bonita e outras que vão me achar feia porque isso é uma questão de gosto de cada pessoa, e não porque eu sou. Beleza não é uma coisa concreta, é uma coisa subjetiva! Vamos ao conceito de “subjetivo”.

Subjetivo é tudo aquilo que é próprio do sujeito ou a ele relativo. É o que pertence ao domínio de sua consciência. É algo que está baseado na sua interpretação individual, mas pode não ser válido para todos. 

Entendeu? A definição de beleza vai variar de pessoa pra pessoa mas isso não quer dizer que você não é bonito porque alguém não considera que você é. O seu valor está em você e não no que as outras pessoas acham de você.

Temos que refletir a respeito.

Como seria se os anúncios de cueca usassem homens normais

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Você já imaginou como seriam os anúncios de cuecas com homens normais no lugar daqueles modelos completamente sarados?

The Sun não só imaginou como fez. Munidos apenas de cueca, os rapazes -normais- escolhidos foram clicados fazendo poses parecidas com as de campanhas de marcas conhecidas, como Dolce & Gabanna, Calvin KleinArmani, dentre outras.

A publicação propõe uma reflexão sobre o bonito, e a necessidade das marcas em seguirem padrões de beleza bem definidos na hora de escolher seu garoto propaganda.

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Fonte: Moda para Homens