O triunfo dos gordinhos

O triunfo dos gordinhos

Eles já são maioria em várias capitais. De discriminados, passaram a valorizados – pelo mercado e pela cultura pop

CRISTIANE SEGATTO, MARTHA MENDONÇA E NATALIA SPINACÉ

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O Brasil é um país exibido. Nas praias e nas ruas, a exposição generosa de pernas, tórax, bíceps e bumbuns é previsível como o sol quase diário num país tropical. Nos últimos anos, os contornos ganharam volume. Somos hoje uma nação de gente cheinha – ou redonda, ou gorda, o adjetivo depende do observador. Quase metade da população (48%) pesa mais do que deveria. Os gordinhos já são maioria (52%) na população masculina. Em várias capitais, o excesso de peso é a regra entre os moradores de ambos os sexos. É o caso de Porto Alegre (55%), Fortaleza (53%), Cuiabá (51%) e Manaus (51%). Apenas o Sudeste não tem nenhuma capital que tenha alcançado esse nível, mas o Rio de Janeiro está quase lá (49%).

Esse novo cenário do Brasil – agora, além de país mestiço, também um país roliço – inspira uma mudança cultural. Antes desprezados, os gordinhos passaram a ser valorizados. Alguns indícios.

• A convicção de que existe beleza gorda tornou possível a criação de um concurso disputado por mulheres que inspirariam qualquer pintor renascentista. A atual Miss Brasil Plus Size pesa 98 quilos – e, como é possível observar na foto de abertura desta reportagem, é linda.

• A C&A convidou a cantora Preta Gil para ser garota-propaganda. Em julho, a rede de lojas lança uma linha inspirada nela. Os tamanhos vão de 46 a 56. De gordinha excêntrica, Preta se tornou representante de um tipo genuinamente brasileiro. Outras grifes vêm lançando uma variedade sem precedentes de produtos para o público GG.

• No mundo da cultura pop, os gordinhos também triunfam. É o caso da rainha do tecnobrega, a paraense Gaby Amarantos (1,66 metro e 76 quilos). E também do ator Tiago Abravanel, que brilhou nos palcos como o cantor Tim Maia. Ele será um dos destaques da próxima novela das 9 da TV Globo, Salve Jorge, na pele de Demir, um sedutor irresistível.
No mundo do design, hoje é possível encontrar cadeiras de escritório nas versões P, M e G, assim como mouses de computador ideais para mãos gordinhas. Encontrar anéis e alianças em numerações maiores deixou de ser um problema. A maioria das joalherias pensa nisso e oferece soluções.

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As brasileiras aprenderam a valorizar o padrão de beleza da mulher real. Essa tendência foi captada pelo Instituto Data Popular, especializado em pesquisa e consultoria em estratégias de negócio. Foram entrevistadas 15 mil mulheres acima de 16 anos, de todas as classes sociais. As voluntárias receberam fotos de três mulheres famosas (sem identificação do rosto), vestidas apenas de lingerie. Para 72%, o corpo mais atraente era o mais curvilíneo. A maioria (59%) gostaria de ter aquela silhueta. “O padrão de beleza deixou de ser o das passarelas. Ele é considerado pelas mulheres, e até pelos homens, pouco atraente, nada sensual e até feio”, diz Renato Meirelles, sócio diretor do Instituto Data Popular.

Fonte: Época

Transtorno dismórfico corporal

Transtorno dismórfico corporal
Por Dra. Maria Cristina Ramos Britto – http://www.psicologiaesaude.com

No campo das ciências médicas e biológicas, a doença precede o diagnóstico e o tratamento, e é assim também na área da psicologia. Muito se tem a pesquisar ainda, tanto em relação às enfermidades do corpo, como câncer e Aids, quanto aos males da alma. Uma doença física ou mental pode ter mais de uma causa e, em relação ao transtorno dismórfico corporal (TDC), há várias hipóteses, poucas certezas e um longo caminho em termos de cura.
O TDC caracteriza-se por insatisfação em relação a uma ou mais partes específicas do corpo, o que provoca sensações de desconforto e ansiedade, que pode evoluir para uma não aceitação do aspecto físico, mesmo que a percebida imperfeição seja mínima ou inexistente. A pessoa então começa uma via-crúcis a consultórios de dermatologistas e cirurgiões plásticos, em busca de solução para o seu problema. Como o desconforto é subjetivo, os resultados das intervenções frustram o indivíduo, que volta a procurar os mesmos profissionais ou tentar outros, numa busca inútil.
O transtorno tem origens multifatoriais, ou seja, não se pode apontar uma causa apenas. Concorrem para o aparecimento do TDC fatores neurobiológicos, provocados por um desequilíbrio químico no cérebro. Há os fatores psicológicos, relativos a características de personalidade, também os sociais e culturais, além dos ambientais e familiares.  A síndrome provoca significativo sofrimento emocional e prejuízo no desempenho em importantes áreas da vida, desde a profissional aos relacionamentos afetivos, familiares e sociais.
Num mundo globalizado, as diferenças se diluem. O mercado é um poder visível nos outdoors e anúncios, no cinema, na gastronomia, na cultura e na política. Como canta Caetano Veloso, é “a força da grana que ergue e destrói coisas belas”, entre estas, a humanidade. A vida de boa parte da população do planeta virou uma corrida maluca em direção ao consumo, ao acúmulo de bens e serviços que se acredita precisar sem mesmo saber por quê. Aí entra o corpo, como um objeto a ser modificado, melhorado, transformado para ser amado, reconhecido. Mas de quem é este corpo, já que quem o habita não o aceita? Esta é uma das questões apresentada pelo TDC.
A pressão exercida pelos pais, em relação à aparência física deles mesmos e dos filhos, contribui para o desenvolvimento deste distúrbio. Pais exageradamente críticos, sempre envolvidos com dietas e exercícios físicos, tratamentos dermatológicos e cirurgias plásticas, passam a mensagem de que o importante é o exterior, que beleza é garantia de sucesso. Mas a criança ou adolescente pode desenvolver insegurança, problemas de autoimagem e autoestima e outros mais graves se sofrer abuso psicológico e/ou físico, se os pais forem ausentes ou indiferentes às necessidades deles e não fornecerem os cuidados básicos para um crescimento saudável.
Isto não significa que filhos de pais que encaram a questão estética de forma totalmente diferente não desenvolvam o TDC. Ainda há os outros fatores desencadeantes, já mencionados. Pais cujos filhos evitam o contato social, trancam-se no quarto e manifestam baixa autoestima, dizendo-se feios e desinteressantes, devem averiguar se o jovem não é vítima de bullying. Se não for o caso, é indicado procurar orientação a respeito de outros distúrbios, como depressão, ansiedade, fobia social. O diagnóstico correto é fundamental para o tratamento, que, quanto mais precoce, melhor o prognóstico.

Depressão veio me visitar

Eu sabia que isso ia acontecer, mas não imaginei que alguns fatores iam potencializar a chegada dela. Em maio do ano passado larguei o Citalopram e voltei a ter depressão. Depois disso voltei a tomar a medicação e tudo ficou normal. Estou há um pouco mais de um mês sem tomar Citalopram pq acabou e eu só consegui achar psiquiatra pela Unimed para dia 28/06. Passo o dia angustiada, coisas que eu deveria fazer com facilidade vão se arrastando e vou adiando tudo o máximo que eu posso. Algumas coisas que estão fora do meu alcance me deixam ansiosa e não consigo comer, parece que tenho uma bola de futebol no estomago. Quando como, por menos que seja, parece que eu engoli um boi e fico com uma sensação como se houvesse muito mais comida no meu estomago que ele pudesse comportar. Choro, coisa que há tempo não acontecia. Não tenho forças, por mais que eu me esforce pra fazer algo não tenho energia. Estou tendo insônia e acordo muito cansada. Sinto falta dos meus pais que estão longe e que nessas horas eu queria um pouco de carinho deles. Mas não converso com eles sobre o que ta acontecendo para não deixa-los preocupados (estou torcendo para meu pai não ler esse post). A última vez que tive esses problemas com depressão foi em setembro do ano passado e mais uma vez essa merda ta acontecendo. Hoje vou ligar pra secretária da Psiquiatra e tentar passar a consulta pra essa semana. Fé, por mais que a depressão me faça desacreditar em Deus.

Arotin (Paroxetina) para TDC

Pra quem tem interesse em saber sobre medicação para o Transtorno Dismórfico Corporal: Eu tomo Citalopram 40 mg e ele melhora bastantePra quem tem interesse em saber sobre medicação para o Transtorno Dismórfico Corporal: Eu tomo Citalopram 40 mg e ele melhora bastante minha depressão e levo com mais leveza como vejo minha aparência. A minha “feiura” que antes me atormentava agora é menos dolorosa, apesar de eu não me ver mais bonita por causa do remédio.

Meu amigo começou a tomar Arotin (Paroxetina) e vou colar o que ele me falou, caso alguém precise de referência sobre o remédio relacionado a Dismorfia Corporal.

R. diz:
A doutora é super competente, bem inteligente. Acredita que foram 2 horas de consulta? é que como era final de expediente ela extendeu.
Bom, contei absolutamente tudo, da minha desistencia da escola em um certo período da minha vida, e do trabalho agora… pensamentos suicidas, tudo… A notícia triste é que ela foi bem franca comigo e disse que não há necessariamente um medicamento pra esse caso especifio e que o tratamento é somente com antidepressivos…  🙁
Solange diz:
antidepressivo e TERAPIA né
R. diz:
me recomendou, inclusive, fazer acompanhamento com psicologa…
=/
Solange diz:
claro
mas ela ta certa
R. diz:
Então, eu comecei a tomar na sexta-feira, só to tomando a “metade” do comprimido, por uma semana, como ela recomendou. Sinceramente? Senti, “pelo menos”, mais ânimo, é inegável, meu tédio morbido do dia-a-dia se degradou um pouco, pois é esse desanimo que não me dá força pra levantar a cabeça.. Agora, o FODA é que embora o ânimo suba… a não-aceitaçaõ facial continua… mas ainda é cedo …
Solange diz:
mas vai melhorar. Se for que nem foi comigo, eu nao me acho mais bonita, mas aquela tristeza, aquele desespero diminui
R. diz:
foi o que conversei com  a psiquiatra, eu disse: “Sinceramente, eu sei que é fútil viver em função de aparença; mas gostaria muito que o foco da minha vida não fosse centrado nisso”. Se os remédios conseguir desnortear esse meu alvo de atenção, me conseguidero um sobrevivente.

Viver é muito chato

Não queria falar isso, mas viver é muito chato. Tenho esperança de que um dia essa minha opinião vá mudar, enquanto isso vou levando como dá. Outro dia vi uma notícia “Brasileira de 114 anos é a pessoa mais velha do mundo” pensei “Tomara que eu não viva tudo isso”. Se eu já acho um martírio a vida agora com 28 anos, imagina ter que chegar aos 60 ou 70. Hoje li uma notícia que fala que pessoas com depressão tem 10% a menos de perspectiva de vida. Fui fazer as contas de quantos de vida anos eu vou poder me livrar. Ok. To tomando o Citalopram, vamos esperar pra ver se melhora.

Sem Citalopram

Fui buscar meu Citalopram sexta mas ainda não tava pronto. Pfffffff. Então vou buscar hoje. Achei no navegador de tags do WordPress uma listagem de sintomas da depressão e vou dizer quais eu tenho ou não.

  • Ansiedade. SIM, o tempo todo. Um “nervoso” dentro do peito, pressa para que as coisas melhorem.
  • Cansaço e perda de energia. Sim, posso ficar deitada? De preferência dormindo?
  • Falta de vontade de realizar uma determinada tarefa que progressivamente se alastra ou pode alastrar a muitas outras atividades. Vou empurrando as coisas com a barriga, e as tarefas vão se acumulando.
  • Vontade de chorar o tempo todo ou chora às escondidas. Po, tudo eu choro. É um “A” diferente já to chorando. Com o Citalopram isso melhora bastante.
  • Tem maus resultados escolares, devido á incapacidade em se concentrar. Minha concentração é péssima, tento me concentrar no serviço mas sempre sai uma coisinha errada.
  • Vontade de ficar só. Afasta-se de tudo e todos. Sim. Prefiro ficar sozinha.
  • Não querer ouvir barulhos como música. Nem tv não assisto, é mole?????? Quando melhoro um pouco da depressão aí assisto sim um pouco de tv.
  • Problemas de auto-confiança e auto-estima. Não preciso falar sobre esse tópico né? Me sinto o cu do cachorro em aparência e em competência profissional.
  • Sentimento de tristeza e abatimento sem conseguir encontrar algo que anime ou que consiga despertar interesse.
  • Sentimentos de culpa, desesperança, desamparo, solidão, ansiedade ou inutilidade.
  • Alterações no sono; Dificuldades em adormecer, acordar muito mais cedo do que o habitual, dormir em excesso ou pesadelos. Quando fiquei no fundo do poço em 2009 eu não conseguia dormir, hoje durmo em excesso. Durmo todo o tempo que eu puder quanto to triste. Porque dormindo o tempo passa, domindo eu não me sinto triste, dormindo eu não penso.
  • Perda de apetite com diminuição do peso ou compulsão alimentar. Não. Tenho variação no apetite conforme minha tristeza, mas não chega a ser algo contínuo. As vezes não como quando to muito triste ou como muito pra ver se passa a tristeza, mas não é diário.
  • Pensamentos de suicídio e morte. Já tive muitos e geralmente quando choro muito acredito que a única solução é morrer. Daí choro mais um monte e pego no sono.
  • Inquietação e irritabilidade. Muita irritabilidade, tudo eu reclamo e dou bronca.
  • Medo ou sensação de ser ou estar sendo abandonado.
  • Desleixa-se com o vestir ou com a sua apresentação. Isso deixou de lhe interessar. Adeus maquiagem. Pelo menos por enquanto ainda tomo banho. Em 2009 eu cheguei num ponto que eu não conseguia tomar banho. Eu não tinha mais forças pra esse esforço e dedicação a mim mesma. Vc quer tentar mais sua mente não quer fazer.

O foda é que a vida não pára e é preciso continuar ralando quando a vontade é ficar trancada em casa todos os dias. É preciso fazer aparência de “tudo bem” quando na verdade “ta tudo mal”. É preciso acreditar que um dia as coisas vão melhorar mesmo não sabendo quando. E a única coisa que me faz sair da cama todos os dias é isso, achar que um dia as coisas vão melhorar. E eu vou continuar tentando até quantas vezes eu conseguir fazer isso, porque eu não quero desistir. Eu quero lá na frente poder pensar “Olha, me fudi durante X anos, mas agora eu consegui, hoje eu me sinto bem, hoje eu gosto de mim, hoje eu me sinto segura comigo mesma, hoje eu me sinto realizada profissionalmente”. Ou se não der pra ser tudo isso, pelo menos uma parte.

Morrendo com estilo

Se é pra se matar que seja com estilo né…

Homem se joga da torre mais alta do mundo em Dubai

Um homem se jogou do alto do edifício mais alto do mundo em Dubai nesta terça-feira. De acordo com autoridades locais, o homem que tinha por volta de 20 anos, foi a primeira pessoa a cometer suicídio se atirando da torre Burj Khaklifa.

De acordo com a inprensa localm, o suicída seria do sul asiático, pulou do 147º andar, a 828 metros de altura, caindo em uma varanda do 108° andar. A companhia que administra o prédio informou só irá se pronunciar a divulgação do relatório final.

O jornal local, National disse que a vítima, com cerca de 20 anos, teria trabalhado em uma empresa do edifício de 160 andares, e que teve um pedido de férias recusado pela companhia, segundo documentos obtidos pela polícia. Segundo alguns órgãos de comunicação social dos Emirados Árabes Unidos, o indivíduo enfrentava problemas no local de trabalho e não terá aguentado a pressão.

É óbvio que ele não se matou só porque não deram as férias pra ele ou problemas de “pressão” no trabalho. Ele já devia ta atormentado com muita coisa pra ter se jogado de lá. Depressão é foda, parece tolice esse negócio de “desânimo” mas isso te consome e não vc não tem mais domínio sobre o que vc pensa. Só da pra pensar coisa ruim, não existe perspectiva, não há luz no fim do túnel, só uma tristeza e um desespero muito grande. Quem nunca teve realmente é difícil compreender.

Sem Citalopram

Bom, mandei fazer meu Citalopram, fica pronto amanhã fim da tarde. Depois que eu começar a tomar vai cerca de uma semana e pouco pra eu começar a sentir o efeito. Ficar sem o Citalopram é muito ruimmmm, eu acordo cansada. Posso dormir muito, pouco ou normal, eu acordo que parece que passou uma patrola em cima de mim. Minha cabeça parece que pesa 20 kg a mais, não tenho disposição para fazer tarefas de casa, como lavar a louça, varrer, etc. Meu coração bate mais rápido (Meu coração tá disparado. Meu corpo tá viciado. Nessa louca adrenalina que me faz arrepiar ♫), como se eu estivesse (estou) numa constante aflição. A fé diminui e o choro aumenta, da vontade de desistir de tudo, desistir de mim mesma. E é preciso um pouco de paciência até que tudo isso passe…

Larguei o Citalopram e me fu!

Fiz uma besteira das grandes. Faz um pouco mais de um mês eu decidi por conta própria parar de tomar meu remédio (Citalopram 40 mg). Eu tava me sentindo bem. Não estava radiante de felicidade, nem realizada, mas dava pra viver sem um peso dentro de mim e achei que não era mais efeito do remédio. Então larguei. Acontece que era sim a porra do remédio que tava me fazendo me sentir melhor, menos angustiada. E agora meus dias estão sendo bem difíceis. Tudo pra mim é uma grande tristeza, acho que tudo vai dar errado, que não vou arranjar um emprego novo, que sou burra, que nunca vou conseguir ser alguém na vida, que a vida sempre vai ser um martírio, que eu não queria ta aqui (no mundo)………………. Mas já que eu tô, fazer o quê?! Que meus pais não leiam isso. Depressão é um inferno, pqp. Acho que não é só uma forma de expressão, a gente vive um inferno mesmo. Se no inferno a gente sofre muito por causa de nós mesmos então depressão é o inferno. Deve ser por isso que as pessoas com depressão se matam, porque sofrer aqui ou sofrer no além tanto faz né? Então marquei psiquiatra pra hoje pra pegar minha receita médica e comprar meu Citalopram. Chega logo Citalopram, gosto de você.

UPDATE: Somente um psiquiatra pode responder suas dúvidas a respeito dos remédios. Eu não tenho estudo nenhum pra dizer o que é correto ou errado ou poder opinar a respeito. Por isso, não posso responder as dúvidas deixadas nos comentários dessa postagem. Procurem um profissional.