Capítulo 5 – Transtorno Dismórfico Corporal na relação com a Dermatologia

Capítulo 5 – Transtorno Dismórfico Corporal na relação com a Dermatologia (do livro De Mal com o Espelho)

por Andréa Serra

1. Introdução

Ilusões das imagens através de revistas, televisão e  mídia em geral fazem as pessoas cada vez mais se compararem umas com as outras, levando, muitas vezes, à “normatização com modelos padronizados de corpo”.
A Dermatologia Cosmética, portanto, é uma especialidade em rápido crescimento. Sendo assim, somos frequentemente consultados para avaliar e tratar vários tipos de “defeitos”. Embora muitos desses problemas sejam resolvidos com facilidade, obtendo-se bons resultados, o dermatologista deve estar alerta aos pacientes com TDC.

2. O Conceito

O transtorno dismórfico corporal (TDC), ou desordem dismórfica corporal, é caracterizado pela preocupação exagerada com um defeito físico em pessoas com padrão normal de aparência ou, caso exista realmente um defeito, ainda que imperceptível, ele passa a ser fonte de preocupação obsessiva, criando sérios obstáculos na vida da pessoa. Assim sendo, o TDC é uma patologia relacionada à aparência física, em que a pessoa acometida acredita ser disforme, desfigurada e/ou pouco atraente ou até mesmo repulsiva, mesmo tendo uma aparência normal.

Quando relacionamos o TDC com a Fermatologia, definimos que esse transtorno ocorreria devido à fixação em algum defeito imaginário do corpo ou o aumento irracional de algum aspecto corporal, como acne, cicatriz, aspecto do cabelo, assimetria facial, formato e tamanho do nariz e da boca. A maioria dos pacientes se preocupa com múltiplas partes do corpo.

Por ser um transtorno pouco conhecido pelos dermatologistas e cirurgiões plásticos, muitas vezes o portador desse distúrbio nãõ tem um tratamento adequado. Observa-se que a maioria dessas alterações pode ser encontrada com frequência em consultórios de dermatologia e/ou cirurgia plástica com o propósito de “consertar” o defeito que é o objetivo de suas obsessões. Como muitas vezes o médico não reconhece o problema, ele pode se deixar envolver pelo paciente, tentando “resolver” suas queixas. Ao não identificar o verdadeiro problema, deixa de encaminhar o paciente para o psiquiatra, que poderia ajudar no controle do transtorno.

3. Epidemiologia

Acredita-se que o TDC seja mais frequente do que se suponha, visto que poucas ou raras pessoas buscam ajuda junto a psicólogos ou psiquiatras, o que, em geral, ocorre quando essas pessoas experimentam sintomas de baixa auto-estima, isolamento social, depressão, obsessões e compulsões.

Todavia, a procura pelo dermatologista é espontânea, sendo que o seu diagnóstico só é feito em 6% a 11% dos casos. Essas taxas parecem ser significativamente bem maiores do que as tacas dessa deformidade na população em geral, onde é estimada em 1% a 2%. É comum que os pacientes sintam-se envergonhados de discutir seus sintomas, daí a necessidade do profissional saber extraílos e, principalmente, reconhecê-los.

As doenças da pele, por atingirem o órgão de relação com o mundo, provocam estados emocionais de tristeza, perda da auto-estima, vergonha, desgosto, infelicidade e pensamentos de rejeição, repelência e inutilidade.
Hipocondria monossistomática e alucinações dismórficas são equivalentes à forma alucinativa do TDC, na qual os pacientes estão totalmente convencidos de que as visões dos seus “defeitos” são precisas e não distorcias.

Esses danos mostram, de maneira consistente, o sofrimento e a morbidez associada ao TDC no âmbito dermatológico, que pode incluir depressão severa, ansiedade, fuga de relacionamentos e atividades sociais, evasão de emprego, hospitalização psiquiátrica, tentativa de suicídio e o próprio sucício. Um estudo recente com pacientes dermatológicos que cometeram suicídio mostrou que a maioria tinha acne ou TDC.

Numa grande publicação com uma série de pacientes (n=188) com TDC avaliado no âmbito psiquiátrico, 46% tinham procurado tratamento com dermatologista e 38% tinham recebido esse tratamento, fazendo dos dermatologistas o tipo médico mais comumente visitado.

4. Fatores de Risco (Causas)

O aparecimento dessa enfermidade pode ter múltiplas causas que em geral atuam sobre certa predisposição individual, provavelmente por um desequilíbrio químico no cérebro, segundo Katherine Philips. Existe interferência de fatores biológicos, psicológicos, sociais e culturais. Em muitos pacientes, a causa está nos deboches que sofrem na infância (“Pinóquio”, “Dumbo”, “bolão” etc), embora seja na adolescência que nos tornamos mais sensíveis às críticas, comentários e comparações.

Na adolescência, o indivíduo ainda está em formação e carente de experiências. É psicologicamente incapaz de defender-se das agressões externas, como comentários provenientes dos pais ou amigos, que assumem enorme importância. Em geral, observa-se essa fobia nos adolescentes, ligada às transformações que surgem na puberdade por volta dos 12 anos, finalizando nos casos não-patológicos até os 20 anos em média. Muitas vezes o TDC passa despercebido como uma afecção natual da idade e só vai ser descoberto mais tarde.

5. Características Clínicas: Preocupação com a aparência

A maioria dos pacientes se preocupa com múltiplas partes do corpo. Muitos pacientes têm pouca percepção da doença e tornam-se incapazes de reconhecer que a severidade, no predomínio das imperfeições, não é tão grande quanto lhes parece. Os níveis desses insights variam entre os pacientes. Alguns mostram boa percepção da desordem, enquanto outros têmpercepções tão pobres que sua feiúra imaginária pode chegar às raias do delírio.

É comum que pacientes com essa desorgem engatem um comportamento repetitivo, sempre checando sua aparência em espelhos e vitrines. Phillips recomenda que aqueles que gastam mais de uma hora 0opr dia focando em cada característica física devem ser enquadrados como possuidores dessa desordem.

Cerca de 88% dos pacientes com TDC apresentam comportamento de camuflagem. Isso leva a pessoa à aplicação de maquiagem extremamente pormenorizada, penteação excessiva dos cabelos, permanência demorada e repetida diante do espelho. Dessa forma, tentando camulhar o seu defeito imaginário, uma pessoa poderá se olhar no espelho inúmeras vezes, até alcançar uma camuflagem que considere a mais eficaz para que o seu feito fique quase imperceptível. Entretanto, ocorre que, checando-se mais uma vez no espelho, tornará a perceber que seu defeito ainda está visível e os pensamentos sobre a aparência física ressurgirão, reiniciando-se o ciclo da camuflagem até a obtenção de algum alívio. Essa pessoa consome grande parte do seu tempo com esse processo de chegagem e, consequentemente, tal comportamento substitui qualquer outro que seja apropriado.

Para diferenciar o paciente com uma preocupação saudável acerca da aparência do paciente com uma preocupação exagerada e doentia, é importante observar que, no caso do TDC, tal preocupação pode causar um sofrimento clínico importante ou um dano funcional, com interferência social ou ocupacional. Assim, para algumas pessoas, essa insatisfação atinge limites extremos. Elas não apenas reclamam, mas sofrem, se angustiam e tentam, a todo custo, disfarçar ou corrigir o terrível defeito que acreditam ter. Nada as convence de que não são uma “aberração da natureza”, por mais normais que pareçam aos olhos dos outros.

Para ler mais sobre o livro clique abaixo:

De mal com o espelho

Sobre Capítulos 1, 2 e 3

Capítulo 4 – O transtorno dismórfico corporal

As incontáveis plásticas de Michael Jackson

Esse é um capítulo da Biografia de Michael Jackson – A Magia e a Loucura (escrito por J. Randy Taraborrelli), sobre as plásticas de MJ.

Sempre houve muita especulação sobre o nariz de Michel; ele é o primeiro traço que aparece, sempre que se discute a dimensão das cirurgias plásticas a que ele se submeteu – ou até quando as pessoas brincam sobre o assunto. No fim de 1990, a maioria das pessoas já tinha perdido a conta de quantas plásticas ele havia feito no nariz, mais alguns membros de sua equipe avaliavam que tinham sido pelo menos dez. Por anos e anos, cirurgiões plásticos não ligados ao caso especulavam se seu nariz é feito de cartilagem, osso ou látex. Já faz parte de qualquer bate-papo quando se fala de Michael: qual a verdade sobre seu nariz?

 A verdade é que a estrutura do nariz de Michael se perdeu há vários anos, em conseqüência dos extensos traumas de cirurgias anteriores. Houve uma operação subseqüente para lhe acrescentar cartilagem à extremidade, para lhe dar sustentação e remodela-lo. Mas, como esse procedimento não foi totalmente bem-sucedido, quando aparece em público, e em muitas vezes na esfera privada, Michael usa um aplique de látex, uma prótese para a ponta do nariz, cujo encaixe é disfarçado com maquiagem cenográfica.

 Curiosamente, quando Michael é visto com a máscara cirúrgica que se tornou uma parte integrante de sua imagem, nem sempre é porque está tentando esconder sua identidade ou evitar micróbios. Às vezes, é simplesmente porque não estava com vontade de usar a prótese. A colocação do aplique é um processo desagradável e frustrante. É uma cruz que ele tem de carregar todos os dias, e há dias em que ele simplesmente não consegue carrega-la… daí a máscara.

 Em março de 2003, a Vanity Fair publicou que, sem a prótese, Michal “parece uma múmia com dois buracos como narinas”. Não é verdade. Sem o dispositivo, seu nariz fica mais achatado, mais disforme – não arrebitado – e ele não se parece muito com… Michael Jackson. Consciente da aparência de seu rosto, ele se recusa a ser visto sem ele. No mínimo, a prótese é um lembrete diário e doloroso para Michael das decisões que ele tomou no passado a respeito das plásticas, e do impacto delas sobre sua vida.

 Já se sugeriu que Michael Jackson é como que viciado em cirurgias plásticas. “As pessoas podem facilmente ficar viciadas em cirurgia plástica, assim como em álcool, drogas ou comida”, de acordo com Dr. Alfred Coodley, professor adjunto de psiquiatria clínica da UCLA.

 “Na verdade, é mais uma obsessão que um vício”, observou o Dr. Robert Kotler, um cirurgião plástico de Beverly Hills que não cuidou de Michael. “Acho que é preciso saber quando parar. Essa é a maior mensagem que um cirurgião da área pode dar a seu paciente. Um cirurgião consciente dir[a ao paciente ‘Já chega’.”

 Há vários motivos para a extrema palidez da pele de Michael, principalmente no rosto. Em primeiro lugar, ele costumava clarear a pele com produtos químicos diferentes. É possível para uma pessoa negra clarear a pele? “Sim”, disse Robert Kotler. “Não dá para deixa-la branca, mas dá para deixa-la mais clara. Há compostos branqueadores clássicos, que são comumente encontrados em cremes vendidos sem prescrição médica, como o ‘Porcelana’. Também há agentes clareadores conhecidos, uma classe de compostos chamada hidroquinonas, que deixam a pele de uma pessoa mais negra mais clara.”

 Alguns notaram que as unhas das mãos de Michael pareciam marrons e descoloridas. Uma razão possível para isso é que a hidroquinona estimula as células produtoras de pigmento na superfície da unha, tornando-as mais escuras, em vez de mais claras.


 Na década de 1980, ele foi diagnosticado com vitiligo, uma doença de pele. Alguns médicos especularam que o vitiligo pode ser tanto hereditário quando decorrer de danos causados por substâncias químicas branqueadoras ao longo dos anos. O vitiligo deixa a vítima sensível ao sol.

 No fim dos anos 80, o dermatologista de Michael, Dr. Arnold Kleinm, o diagnosticou com lúpus discóide – uma doença auto-imune que provoca o escurecimento ou o clareamento da pele – no couro cabeludo.

 Michael também usa muita maquiagem e base pastosa para uniformizar a pele, o que a faz parecer ainda mais clara.

 Em termos de cirurgias plásticas específicas, ele admite apenas duas no nariz e a covinha no queixo, mas não é necessário ser especialista em cirurgias plásticas para ver que implantes as bochechas e no queixo, e todo tipo de outros artifícios, incluindo olhos e lábios, não são coisas impossíveis ali. Tentar detalhar as plásticas que Michael fez é simplesmente impossível; só ele e seus cirurgiões são capazes de documentar plenamente sua variedade – e também parece, pelo menos para quem o conhece bem, que ele realmente não se lembra de todas elas.

 Alguns profissionais vieram a público para dizer que acreditam que Michael sofra do chamado transtorno dismórfico corporal, um problema psicológico no qual as pessoas ficam tão obcecadas com sua aparência que a modificam constantemente e não tem um conceito formado de como são percebidas pelos outros.

Observando atentamente tudo o que ele já enfrentou por causa de sua aparência, só o fato de Michael ser capaz de reunir autoconfiança suficiente para fazer aparições tão visadas em público parece quase um milagre.

Para ler:

Outro capítulo da biografia de Michael Jackson clique aqui.
Reportagem da Veja sobre as transformações de MJ clique aqui.
E para ver um vídeo do Youtube sobre as plásticas de MJ clique aqui.

Feios – Scott Westerfeld

Fui ao shopping hoje, as lojas já estavam fechadas quando passei na frente da livraria e resolvi conferir os livros da vitrine. Foi quando me deparei com esse abaixo, que será minha próxima aquisição.

Feios – Scott Westerfeld

“Em um mundo de extrema perfeição, o normal é feio”

Autor: Scoot Westerfeld
Editora: Record
Categoria: Literatura Estrangeira / Ficção Cientifica
 Feios

“Tally Youngblood é feia. Não, isso não significa que ela é alguma aberração da natureza. Não. Ela simplesmente ainda não completou 16 anos. Em Vila Feia, os adolescentes ficam presos em alojamentos até o aniversário de 16 anos, quando recebem um grande presente do governo: uma operação plástica como nunca vista antes na história da humanidade. Suas feições são corrigidas à perfeição, a pele é trocada por outra, sem imperfeições ou nem pense nisso espinhas, seus ossos são substituídos por uma liga artificial, mais leve e resistente, os olhos se tornam grandes e os lábios, cheios e volumosos. Em suma, aos 16 anos todos ficam perfeitos.

Tally mal pode esperar pelo seu aniversário. Depois da operação, vai finalmente deixar Vila Feia e se mudar para Nova Perfeição, onde os perfeitos vivem, bebem, pulam de paraquedas, voam a bordo de suas pranchas magnéticas, e se divertem (o tempo todo). Mas, enquanto espera que as poucas semanas até completar 16 anos passem, Tally precisa se distrair.

Uma noite, ela conhece Shay, uma feia que não está nem um pouco ansiosa para completar 16 anos. Pelo contrário: Shay pretende fugir dos limites da cidade e se juntar à Fumaça, um grupo de foras-da-lei que sobrevive retirando seu sustento da natureza.

Para Tally, isso é uma maluquice. Quem iria querer ficar feio para sempre, ou se arriscaria a voltar para a natureza e queimar árvores para se aquecer, em vez de viver com conforto em Nova Perfeição e se divertir à beça? Mas, quando sua amiga desaparece, os Especiais, autoridade máxima deste novo mundo, propõem um acordo com Tally: se unir a eles contra os enfumaçados ou ficar feia para sempre. A escolha de Tally irá mudar o mundo para sempre” (www.record.com.br/seriefeios)

Feios é o primeiro volume da nova série lançada pela Editora Record.Neste livro escrito por, Scott Westerfeld, conhecemos um mundo onde a perfeição é lei. Onde ser belo é mais que uma opção ou sorte. É algo obrigatório.Um livro onde questionamos qual o verdadeiro preço da beleza.

A Editora Record criou perfis em várias redes sociais afim de divulgar esse livro, que já sucesso em todo o mundo, e levar mais e mais pessoas a mergulharem nesse mundo de beleza criado por Scott.

A decisão é sua: pode continuar em Vila Feia para sempre ou se aventurar no mundo da Nova Perfeição.

“A beleza tem seu preço. Você está disposto a pagar?”

“Nova Perfeição: Um mundo onde ser perfeito é a sua única escolha.”

A Mulher da Página 194

Hoje o post é indicação da Pat que sempre comenta aqui no blog.

A MULHER DA PÁGINA 194

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Texto: Martha Medeiros

Ela é loira e linda. Tem 20 anos. Modelo profissional. Saiu na última edição da revista americana Glamour ilustrando uma reportagem sobre autoimagem, e foi o que bastou para causar um rebuliço nos Estados Unidos. A revista recebeu milhares de cartas e e-mails. Razão: a barriga saliente da moça. Teor das mensagens: alívio. Uma mulher com um corpo real.

Não sei se Lizzie Miller, que ficou conhecida como a mulher da página 194, já teve filhos, mas é pouco provável, devido à idade que tem.

No entanto, quem já teve filhos conhece bem aquela dobrinha que se forma ao sentar. E mesmo quem não teve conhece também, bastando para isso pesar um pouco mais do que 48 quilos, que é o que a maioria das tops pesa. Lizzie não é um varapau — atua no mercado das modelos “plus size”, ou seja, de tamanhos grandes. Veste manequim 42, um insulto ao mundo das anoréxicas.

A foto me despertou sentimentos contraditórios. Por mais que estejamos saturados dessa falsa imagem de perfeição feminina que as revistas promovem, há que se admitir: barriga é um troço deselegante. É falso dizer que protuberâncias podem ser charmosas. Não são.

Só que toda mulher possui a sua e isso não é crime, caso contrário, seríamos todas colegas de penitenciária. Sem photoshop, na beira da praia, quase ninguém tem corpaço, a não ser que estejamos nos referindo a volume. Se estivermos falando de silhueta de ninfa, perceba: são três ou quatro entre centenas. E, nesse aspecto, a foto de Lizzie Miller serve como uma espécie de alforria. Principalmente porque ela não causa repulsa, ao contrário, ela desperta uma forte atração que não vem do seu abdômen, e sim do seu semblante extremamente saudável. É saúde o que essa moça vende, e não ilusão.

Um generoso sorriso, dentes bem cuidados, cabelos limpos, segurança, satisfação consigo próprio, inteligência e bom humor: é isso que torna um homem ou uma mulher bonitos. Aquelas meninas magérrimas que ilustram editoriais de moda, quase sempre com cara de quem comeu e não gostou (ou de quem não comeu, mas gostaria), são apenas isso: magérrimas. Não parecem pessoas felizes. Lizzie Miller dá a impressão de ser uma mulher radiante, e se isso não é sedutor, então rasgo o diploma de Psicologia que não tenho. Ela merecia estar na primeira página, mas, mesmo tendo sido publicada na 194, roubou a cena.

Que reação a foto causou em você? Repúdio ou alívio?

Fonte: Arquivo XX

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A Magia e a Loucura – Michael Jackson

Não sou fã de Michael Jackson, mas por causa da sua dismorfia comprei a biografia dele. As partes interessantes vou colocando aqui. E de fato, ele teve uma infância difícil, somente voltada para a carreira e o pai dele não vale o que come. Enfim, segue uma parte do livro:

Pag 19

E se você tivesse também uma quantidade absurda de dinheiro, que lhe permitisse remediar suas mais profundas inseguranças, sem se importar com quanto fossem radicais, e sem ninguém por perto que ousasse questionar suas atitudes? Não está gostando da cor da sua pele? Que fique mais clara. Nunca teve uma infância de verdade? Crie uma Neverland. Quer repartir a cama com meninos? Tudo bem. Não gosta da sua aparência? Mude o rosto. Continua não gostando? Mude de novo, e mais quantas vezes quiser.

“Por que ele não consegue enxergar o que está acontecendo consigo mesmo?” É o que perguntamos sobre Michael. Por que ele não entende? Afinal, como é que ele se vê? Como o Rei do Pop, um gênio musical pioneiro e mal-compreendido, cuja carreira atravessa uma vida inteira? Ou como um adulto inseguro e essencialmente infeliz, com dinheiro e poder suficientes para fazer o que quiser e sair impune? Talvez apenas uma coisa seja certa: se você fosse uma livre combinação de ambos, seria bem grande sua chance de ser como…. Michael Jackson.


Espelho, espelho meu, existe alguém mais feio do que eu?

São Paulo, 25 (AE) – Foram 12 cirurgias plásticas no nariz. A última delas, não mais estética. Era preciso colocar uma prótese ali para preservar a função respiratória. Esta não é a história do cantor Michael Jackson, morto no ano passado, mas poderia ser. O caso ilustra o dilema de um dos 350 pacientes analisados pela dermatologista Luciana Conrado em sua tese de doutorado sobre o transtorno dismórfico corporal (TDC), pela USP.

De natureza mental, o distúrbio se manifesta por meio da preocupação excessiva com pequenas imperfeições estéticas – imaginárias, muitas vezes. “São defeitos que essas pessoas pensam ter ou que até existem, mas são vistos de forma bastante exagerada. É uma pequena mancha no rosto, por exemplo, não perceptível em uma distância que usamos para dialogar, mas que tem grande impacto na vida da pessoa, provocando muito sofrimento”, explica.

Do trabalho de Luciana, um estudo interdisciplinar entre o Departamento de Dermatologia e o Instituto de Psiquiatria (IPq) da USP, vem um dado inédito no Brasil. Ela dividiu seus 350 voluntários em três grupos e constatou que 14% dos pacientes que haviam passado por procedimentos estéticos – entre eles botox, preenchimentos faciais, peelings e tratamentos a laser – apresentavam o distúrbio. “Nesses pacientes, a insatisfação é permanente, vai mudando de foco. No caso da moça das 12 cirurgias, um dia o ‘monstro’ deixou de ser o nariz e passou a ser o excesso de pelos que ela achava ter. As queixas, neste tipo de transtorno, são sobre dois lugares ou até sete”, detalha.

Para os pacientes de dermatologia comum, sem intervenções, o índice de TDC encontrado por Luciana foi de 7%, passando a 2% no grupo que representava a população comum. Não é pouco. Uma doença mais popular, como a diabete, atinge 5,2% dos brasileiros acima de 18 anos, segundo o Ministério da Saúde. “Talvez, tenhamos mais gente, mas é difícil fazer o diagnóstico. Esse indivíduo tem medo de ser considerado fútil, vaidoso, e nem sempre revela suas angústias. Muitos nem sequer acham que estão doentes e sofrem secretamente. Vão pulando de médico em médico até encontrar quem faça a intervenção desejada.”

Reflexos mal-interpretados diante do espelho não raro expõem o paciente a riscos emocionais e orgânicos. “Uma paciente deixou a veia carótida, no pescoço, exposta, enquanto tentava se livrar de um sinal que via ali. Outra, chegou a ficar oito horas diante do espelho, sem dormir, analisando o defeito, vendo se piorava. Logo, muitas deixam de sair de casa por conta disso, colocam o trabalho em risco por atrasos e se afastam de todos”, completa Luciana.

TDC também tem forte componente genético

Traumas de infância ligados ao bullying e a outras formas de violência têm ligação com a doença, assim como a química cerebral. “Em geral, há uma deficiência de serotonina, o que pode ter relação com a obsessão pela imagem. Antidepressivos que inibem a recaptação da serotonina e fazer sessões de psicoterapia são medidas que ajudam”, diz.

O TDC também tem forte componente genético, segundo a psiquiatra Roseli Shavitt, do Projeto Transtorno Obsessivo Compulsivo, grupo do IPq da USP. Ali, ela atende 150 pacientes de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). “De 10% a 20% deles têm também o TDC. A genética familiar pesa bastante, sendo que o TDC é mais prevalente em parentes de primeiro grau de pessoas com TOC. Para tratar esses casos é indicado procurar centros universitários ligados às faculdades de medicina.”
INCIDÊNCIA – O TDC atinge ambos os sexos em igual proporção, em geral no começo da adolescência. Os três grupos de discussão sobre o tema na internet, aliás, são comandados por homens. Rodrigo Freitas, 33, participa de um deles. “Quem tem o problema nunca fica satisfeito. Fiz uma cirurgia para corrigir as orelhas, outra no queixo, agora é o nariz que me incomoda”, diz.

Freitas é um rapaz de pele e cabelos claros, com feições proporcionais. Mas não é essa imagem que o espelho lhe mostra. “Às vezes, aparece uma coisa disforme, uma massa amorfa, um Gasparzinho”, conta. Ele atribui o problema às gozações sofridas na infância por conta das orelhas de abano. “Ter orelhas ‘normais’ se tornou um dever”, continua.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – São Paulo, Carlos Alberto Komatsu, a fronteira entre TDC e vaidade é tênue. “Não é fácil de detectar isso. São pessoas que perdem a noção de realidade, estão perfeitas e querem mexer em algo. É como na anorexia, em que o doente está magro e se vê gordo”, compara. (G.R./AE)

Fonte: Abril

Uma epidemia de culto ao corpo

Médica explica as conseqüências do excesso da preocupação com a aparência.

Fashion Rio, São Paulo Fashion Week e agora o carnaval. O que esses eventos têm em comum? Seja nas passarelas da moda ou do samba, o que se vê são mulheres e homens mostrando corpos e rostos considerados perfeitos para o que convencionalmente a sociedade aprecia como beleza.

Diante do culto ao belo, as pessoas buscam incansavelmente a perfeição. Prova disso, são os números de cirurgias plásticas feitas só no Brasil. São cerca de 620 mil anualmente. O que corresponde a mais de 1.600 cirurgias plásticas feitas por dia. Colocando o Brasil em segundo lugar no ranking de países que mais fazem plásticas no mundo. Para o mercado de cosméticos não há crise. Só em 2009, o setor faturou cerca de 24 bilhões de reais.

Com o aumento excessivo da preocupação em relação à aparência, cresce o número de pessoas que sofre com o Transtorno Dismórfico Corporal (TDC). Cerca de 1% da população padece com a doença que, segundo a endocrinologista e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho, trata-se de uma epidemia de culto ao corpo. “A vaidade pode ser tanto uma aliada da auto-estima quanto um inimigo. Tudo depende de como se lida com ela”, diz a médica.

O TDC é um transtorno mental que se caracteriza por afetar a percepção que o paciente tem da própria imagem corporal, levando-o a ter preocupações irracionais sobre defeitos em alguma parte de seu corpo. A doença é uma variação do Transtorno Obsessivo Compulsivo. “Esse transtorno é relativamente comum, algumas vezes incapacitante, e envolve uma percepção distorcida da imagem corporal caracterizada pela preocupação exagerada com um defeito imaginário na aparência ou com um mínimo defeito corporal presente”, explica.

Grande parte dos pacientes portadores dessa síndrome recorre aos tratamentos dermatológicos ou cirurgias plásticas. Na maioria das vezes, existe uma insatisfação com os resultados obtidos, o que leva o paciente a se expor a novos tratamentos e riscos desnecessários. Estima-se que entre as pessoas que procuram cirurgia plástica, aproximadamente 9% são portadores de TDC. O astro Michael Jackson é citado por especialistas como ícone do exagero e possível dismórfico.

Buscar um modelo quase inatingível de beleza pode ser frustrante para a maioria das pessoas, mas não é apenas a auto-estima que está prejudicada, a saúde física e mental também corre sérios riscos. “A ansiedade para alcançar a tal beleza é tão grande que pode se tornar depressão. Isso gera um isolamento prejudicial aos relacionamentos pessoais e profissionais”, alerta a médica.

Doenças relacionadas ao Transtorno Dismórfico Corporal

Transtornos alimentares (anorexia; drunkorexia; bulimia) e a vigorexia são doenças relacionadas ao Transtorno Dismórfico Corporal.

Anorexia: mais comum em mulheres, a doença faz com que as pessoas queiram emagrecer a todo custo porque se vê gorda, mesmo estando muito abaixo do peso. Para isso, métodos são utilizados para não engordar como: evitar alimentos calóricos, comer menos ou fazer exercícios em excesso.

Drunkorexia: também conhecida como anorexia alcoólica, caracteriza-se pela perda de apetite provocada pelo consumo excessivo de álcool. O assunto está em pauta e vem sendo discutido na novela “Viver a Vida”, da Rede Globo. A personagem Renata, vivida pela atriz Bárbara Paz, sofre com a doença e se recusa a fazer tratamento.

Bulimia: um transtorno mental que se caracteriza por episódios repetidos de ingestão excessiva de alimentos num curto espaço de tempo (as crises bulímicas), seguido por uma preocupação exagerada sobre o controle do peso corporal. Esta preocupação leva a pessoa a adotar condutas inadequadas e perigosas para sua saúde, como provocar o vômito, tomar laxantes ou diuréticos.

“Nesse caso, acontece o que os médicos chamam de episódios bulímicos, ou seja, existe uma compulsão alimentar em que o individuo come descontroladamente, se sente frustrada, triste, cheia e fisicamente se sente mal”, relata a médica.

Vigorexia: mais comum em homens, se caracteriza por uma preocupação excessiva em ficar forte a todo custo. Apesar dos portadores desses transtornos serem bastante musculosos, passam horas na academia malhando e ainda assim se consideram fracos, magros e até esqueléticos. Uma das observações psicológicas desses pacientes é que têm vergonha do próprio corpo, recorrendo assim aos exercícios excessivos e às fórmulas mágicas para acelerar o fortalecimento como, por exemplo, os esteróides anabolizantes.

“Se o vaidoso faz exercícios para manter a auto-estima e a saúde em alta, o dismórfico faz disso uma obsessão, podendo comprometer inclusive a integridade física do corpo” afirma Soraya.

Tratamento

Quem sofre do Transtorno Dismórfico Corporal, na maioria das vezes não assume a doença, ou por não acreditar que há problema ou por vergonha. Segundo a psicanalista, nestes casos, o apoio da família é fundamental. Buscar um acompanhamento com especialista é necessário para indicar o melhor tratamento. “Quem tem um amigo, ou familiar, com traços da síndrome não deve encarar como futilidade ou como idéia delirante. Deve apoiar para não agravar o problema para um caso depressivo”, orienta a Soraya.

Fonte: Segs

Quando o cirurgião plástico diz NÃO!

Quando o cirurgião plástico diz NÃO! Qual é o limite na busca pela beleza
A semana de moda acabou, mas um espanto recorrente ilustra a atual edição do evento: as modelos estão cada vez mais magras. E esse fato levanta um tema pouco trabalhado, principalmente na área da saúde. A vaidade pode ser tanto uma aliada da auto-estima quanto um veneno. Tudo depende de como se lida com ela. Quando ultrapassa o limite do bom senso, o excesso de preocupação com a aparência pode se transformar numa doença psiquiátrica com a qual especialistas começam a se alarmar — a disformia corporal.

Estudos mostram que 7% dos pacientes que procuram tratamentos cirurgias plásticas apresentam a síndrome. O astro Michael Jackson e a cantora Cher são citados por especialistas como ícones do exagero e possíveis dismórficos. “A dismorfia corporal é uma das doenças ligadas ao físico que se difundiram nos últimos anos. A mais conhecida é a anorexia, que leva meninas e mulheres a não comer pelo pânico de engordar. Menos neuróticos com a balança, os homens são vítimas da vigorexia, que faz os sarados e musculosos se achar fracotes. Já a disformia corporal atinge homens e mulheres na mesma proporção”, explica o cirurgião plástico Wagner Montenegro.

Acreditar que pequenos defeitos, como uma pinta no rosto ou uma pequena cicatriz, são monstruosos é uma das características do problema. Passar mais de uma hora por dia na frente do espelho também indica algo errado. Mais grave ainda são aqueles que têm a feiúra imaginária. Não há nada perceptível, mas o doente jura que sim, que todos olham para sua deformidade. Ele se submete a todo tipo de tratamento dermatológico, estético e cirurgias plásticas mesmo sem precisar. “É uma situação que piora muito a quantidade de vida”, destaca Montenegro. “A ansiedade se torna depressão e acaba gerando um isolamento”, explica.

A patologia não é nova. Vem sendo diagnosticada desde 1987 e foi descrita pela primeira vez em meio século. O distúrbio, porém, evoluiu. Hoje, os médicos sabem que, se não tratado, o paciente pode chegar ao suicídio. A doença é uma variação do Transtorno Obsessivo Compulsivo. “Quem tem um amigo ou familiar com traços da síndrome não deve encarar como futilidade ou uma idéia delirante. Muitos sentem vergonha e não sabem como pedir ajuda”, alerta Wagner.

Para os especialistas, parte da culpa de doenças como a disformia corporal, a anorexia e a vigorexia é da sociedade, que vende corpos perfeitos com ideal de beleza. “Assim, o paciente se torna um eterno insatisfeito. Quer mudar toda hora alguma coisa. Se o médico não faz, ele procura outros, até encontrar um que tope”, diz o cirurgião plástico.

Nos Estados Unidos, país recordista de cirurgias plásticas e tratamentos estéticos, o problema vem sendo encarado com seriedade. No Brasil, segundo no ranking mundial de plásticas, “É preciso ficar alerta para evitar que uma pessoa muito vaidosa caia na armadilha da vaidade extrema. Existe um limite entre se gostar e ultrapassar o saudável”, explica Wagner.

Vivemos em um mundo onde manter uma boa aparência é fundamental. Plásticas, tratamentos, exercícios, remédios, adereços e roupas da moda são alguns dos artifícios utilizados para quem quer fica bonita, mas afinal, como detectar um exagero.

“Sentir-se bem consigo mesmo, amenizando os sinais do tempo, corrigindo alguma imperfeição, aumentando ou diminuindo as formas corporais, é um direito saudável e deve ser perseguido. Os tratamentos estéticos e as técnicas da moderna cirurgia plástica estão aí para serem usados de forma responsável. E a responsabilidade, é bom que se diga, não é de quem as procura, mas sim daqueles que as vendem. Todo cuidado é pouco na escolha daquele que vai opinar e realizar qualquer tipo de procedimento cirúrgico”, explica Wagner.

Muitos cirurgiões plásticos atribuem à mídia e à massificação dos padrões de beleza essa necessidade de a mulher tentar se transformar. Nas passarelas e nas revistas, nunca vemos pessoas envelhecidas e com o corpo cheinho. Isso mexe com a cabeça feminina e move a busca por se assemelhar aos padrões.

Além disso, com tantas novidades na área da estética surgindo a todo momento, as mulheres querem tudo ao mesmo tempo e acabam ultrapassando os limites. “A busca de um ideal estético ilusório atingiu tal exagero que qualquer pneuzinho ou pé-de-galinha já é motivo para uma corrida, até irresponsável, a uma mesa de cirurgia”, completa o cirurgião Montenegro.

Veja o que o excesso de algumas intervenções pode provocar:

â– Toxina botulínica: Muita gente acha que quanto mais, melhor – e mais tempo durará o efeito. Isto é um engano: independentemente da quantidade, o resultado durará de quatro a seis meses. O excesso pode tirar toda a expressão facial, o que dá a impressão de um rosto “congelado”.
– Preenchimento facial: Passar da conta pode deixar os lábios desproporcionais, o rosto com cara de boneca e a pele esticada como bexiga, quando aplicados nos sulcos faciais.

– Rinoplastia: Quando o nariz operado acaba chamando muita atenção e não está em harmonia com o rosto. Muito arrebitado a ponto de ser possível enxergar as narinas, por exemplo, não é adequado.

– Lifting: Puxar demais a pele pode deformar o canto da boca. Uma comparação comum é o personagem Coringa, do Batman.

– Elevar as sobrancelhas: Há o risco de criar uma expressão permanente de assustada.

Fonte: Cid Tubino

Cirurgiã explica doença que leva a excesso de plásticas

Saiu no Terra TV uma reportagem sobre a Dismorfia Corporal. Muito bom.

Valéria Leal fala que Transtorno Dismórfico Corporal se caracteriza por uma insatisfação aguda com o corpo

CLIQUE AQUI e assista.

Elas chamam a Dismorfia Corporal de” Dismorfobia” e “Dismorfofóbicos”. Mas esses dois termos cairam de uso depois que foi constatado que não se trata de uma fobia.

No vídeo quando chega em 9 minutos, a cirurgiã fala bem o que eu faço. Que o dismórfico não é fiel aos profissionais. Que a cada momento procura um novo profissional e que se esse não faz ele vai em outro.

Famosos e anônimos operam nariz em busca da perfeição

Um mês antes da morte do Michael Jackson eu tinha mandado um email para o Fantástico, falando sobre a Dismorfia Corporal e a importância de uma matéria sobre esse assunto, pois muitas pessoas não sabem que é uma doença e podem estar sofrendo com isso.

Citei o caso do Michael Jackson, Jocelyn Wildenstein, Cher e da coreana que injetava óleo. Eles responderam com um email padrão que o assunto ia ser levado para a discussão de pauta.

Depois de um mês veio a morte do Michael Jackson. Aproveitei o gancho, já que era o assunto do momento, e mandei outro email falando a mesma coisa. Mas enfatizando que o assunto era propício para o momento, já que todos queriam saber sobre Michael Jackson.

Não sei se foi coincidência ou se foi pelo meu email, mas eles fizeram uma matéria. Não saiu na TV, mas saiu na revista eletrônica do Fantástico, Canal F. Eles falam da busca da perfeição e cirurgias no nariz e mais no final falam sobre a Dismorfia.

Muitas são celebridades que costumam frequentar a mesa de cirurgia, como a atriz e cantora Negra Li. Mas, para Michael Jackson, a busca pelo nariz perfeito era uma obsessão.

Você pode ler a matéria aqui que também tem o vídeo.